27.03.2015 | 17h30


GERAL / COCEIRA, VÔMITO E DESMAIOS

Mais de 40 crianças e uma professora passam mal em escola de MT

A suspeita é de que “algo” tenha sido transmitido pela água de uma mina natural, usada por todos da gleba que fica na zona rural de Comodoro, inclusive pela escola.


DA REDAÇÃO

Mais de 40 crianças, de duas turmas de 4ª série do Ensino Fundamental, com idades entre 9 e 10 anos, e uma professora de uma escola municipal na zona rural de Comodoro, que fica na região Oeste de Mato Grosso,  passaram mal, na manhã desta quinta-feira (26), com coceiras e dores de cabeça e alguns tiveram ainda vômito e desmaio.

A professora Juliane Santos, única entre os docentes a passar mal, contou à imprensa que houve pânico, pois as crianças começaram a se coçar, a vomitar e a cair no chão, desmaiadas.

O fato estranho causou um corre-corre, no sentido de encaminhar todas as vítimas a uma unidade de saúde na cidade.

O laudo da água deve ficar pronto às 18 horas da próxima segunda-feira (30). Antes disso, a Prefeitura diz que fica difícil especular sobre o que tenha causado essa situação

Nesta sexta-feira (27), à tarde, todos já haviam recebido alta e nenhum caso evolui para um diagnóstico grave.

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Comodoro emitiu nota pública na tentativa de esclarecer à população sobre o incidente ocorrido na Escola Municipal Professor Vitor Quintiliano, localizada na Gleba Águas Claras.

No entanto, de acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura local, ainda não se sabe ao certo o que causou o mal estar coletivo. A suspeita é de que “algo” tenha sido transmitido pela água de uma mina natural, usada por todos da gleba, inclusive pela escola.

No momento do incidente, médico, enfermeiro e técnicos de enfermagem foram para a comunidade rural, assim como autoridades locais.

A decisão imediata, diante do quadro geral, foi encaminhar todos os que estivessem passando mal ao Hospital das Clinicas de Comodoro para medicação e observação.

Nem todas as crianças e funcionários apresentaram os sintomas.

A nota da Prefeitura diz que, após o episódio, “equipe da Vigilância Sanitária esteve no local averiguando, realizando coleta de materiais e fazendo a desinfecção contra fungos e bactérias”.

O laudo da água deve ficar pronto às 18 horas da próxima segunda-feira (30). Antes disso, a Prefeitura diz que fica difícil especular sobre o que tenha causado essa situação, podendo ser desde um animal peçonhento até uma planta tóxica, mas nada confirmado ainda.

 

 











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