17.01.2020 | 16h45


APOSTA DO OPERÁRIO

Justiça de Minas Gerais libera goleiro Bruno para jogar em Várzea Grande

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais acompanhou parecer favorável do Ministério Público e autorizou a mudança do atleta.


DA REDAÇÃO

A Justiça de Minas Gerais autorizou a transferência do goleiro Bruno, de Varginha (Minas Gerais), onde cumpre pena em regime semiaberto, para a cidade de Várzea Grande, onde deve atuar no clube Operário várzea-grandense. Bruno é condenado pelo assassinato da ex-namorada, Elisa Samudio.

Ele foi preso em 2010 e condenado em 2013 por homicídio triplamente qualificado. A decisão foi confirmada pela assessoria do Tribunal de Justiça de Minas. 

O processo agora deve ser encaminhado para o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que passará a cuidar da pena alternativa do goleiro.

O Ministério Público, por meio do promotor Aloísio Rabelo de Rezende, havia emitido parecer favorável à transferência de presidiário.

O promotor  afirma ter levado em consideração a oportunidade de trabalho e o teor da proposta. 

 

“Considerando que a obtenção de trabalho foi umas das condições assumidas para o cumprimento da pena no regime semiaberto em prisão domiciliar e tendo em vista a profissão que sempre exerceu o reeducando e o teor da proposta de emprego por ele apresentada, o Ministério Público não se opõe ao requerimento”, escreveu o promotor no ofício. 

Ele deve receber salário entre R$ 5 mil e R$ 6 mil.

Leia mais: Operário espera decisão da Justiça para contratar ex-goleiro do Flamengo por R$ 6 mil

Polêmica

Também noticiado pelo , o conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Mato Grosso (CEDM/MT) emitiu uma nota de repúdio contra a possível contratação, pelo clube Operário, do goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado por assassinato e ocultação de cadáver, da modelo Eliza Samudio. 

A nota afirma que o goleiro não deve ser tratado como ídolo, pois, ele sequestrou, assassinou e ocultou o cadáver da ex-companheira Eliza Samudio, mãe de seu filho.

"Trata-se de alguém que demonstrou profundo ódio e total desrespeito às mulheres ao tratar dessa forma cruel e bárbara aquela que seria a mãe do seu filho”, diz trecho da publicação.











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