20.02.2016 | 07h55


GERAL / "TREM FANTASMA"

Investimento de R$ 1 bilhão vira canteiro de mato e retrato do abandono na Avenida da Feb

Secretaria de Cidades afirma que licitação para contratação de empresa que irá fazer a readequação viária no canteiro do trem urbano.


DA REDAÇÃO

Viorou retrato do descaso o trecho do canteiro por onde deveria passar o VLT, na Avenida da Feb, em Várzea Grande. Conforme mostram as fotos feitas por um internauta indignado, o espaço localizado na pincipal via da cidade há tempos deixou de receber qualquer atenção nos cuidados com a limpeza. O mato cresceu e toma conta do canteiro, onde manifestantes colocaram, há meses, um boneco, em pose de espera, sugerindo a demora para a concretização do empreendimento planejado para a Copa do Mundo e que deveria ter ficado pronto há dois anos.

A Secid diz no entanto que este problema deve ser resolvido com a contratação da empresa AI Fernandes Serviços e Engenharia, que cobrou R$ 600 mil para fazer a readequação viária no canteiro do VLT.

Moradores e comerciantes também reclamam que a falta de manutenção tem oportunizado a formação de poças de água, um perigo nesta época de chuvas, em que as campanhas contra a reprodução do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya estão por toda a parte.

A Secretaria de Estado de Cidade (Secid), responsável pelas pendências da Copa, como o bilionário VLT, diz que tem notificado com frequência o consórcio empresarial contratado para executar a obra, mas esse não tem cumprido com a obrigação de manter a limpeza nos canteiros.

Já o Consórcio VLT, que “empurra” esta responsabilidade de volta para o governo, procurado pelo , ficou de comentar o assunto, mas até o fechamento desta matéria não deu retorno.

A Secid diz no entanto que este problema deve ser resolvido com a contratação da empresa AI Fernandes Serviços e Engenharia, que cobrou R$ 600 mil para fazer a readequação viária no canteiro do VLT.

A licitação está em fase final e de acordo com a Secid assim que os documentos estiverem aprovados, será efetivada a contratação emergencial.

A licitação está em fase final e de acordo com a Secid e, assim que os documentos estiverem aprovados, será efetivada a contratação emergencial.

A AI Fernandes Serviços e Engenharia fará a recolocação das barreiras de concreto (gelo baiano) para a parte interna do canteiro, fará reformas na pavimentação asfáltica, colocará faixas elevadas e de travessia para segurança e mobilidade dos pedestres.

O destino do VLT está nas mãos do Judiciário Federal, onde tramita processo em que o governo e o consórcio empresarial tentam um acordo para que o investimento de mais de R$ 1 bilhão não vire de fato mato.

Nessa fase processual, um estudo sobre os impactos da obra está em andamento e já deve ser entregue em março próximo ao Governo, que, por sua vez, analisará os indicativos e levará o estudo ao Judiciário.

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