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04.08.2015 | 08h00


GERAL / OBRAS DA ENGEGLOBAL

Governo Taques ameaça romper contratos do Aeroporto, COTs e Córrego 8 de Abril

A Engeglobal não depositou a garantia contratual, que é uma verba para assegurar que todos os serviços sejam feitos. Governo espera depósito só até o dia 7


DA REDAÇÃO

A Secretaria de Estado de Cidades (Secid) ameaça romper quatro contratos de obras que seriam preparatórias para a Copa do Mundo de 2014, que estão sob responsabilidade da empresa Engeglobal Construções, caso a empresa não deposite a garantia contratual, que é uma verba para a garantia da finalização do serviço, mesmo mediante imprevistos.

Os contratos em risco são os de reforma do Aeroporto Marechal Rondon, construção dos dois Centros de Treinamento Olímpico (COTs) da Universidade Federal de Mato Grosso e do Pari [em Várzea Grande], e  revitalização Córrego 8 de Abril, mais conhecido como Mané Pinto próximo à Arena Pantanal].

O governo diz estar fazendo isso, para evitar descumprimento do prazo de entrega das obras, que já está previsto para o final deste ano.

A Secid diz estar fazendo isso, para evitar descumprimento do prazo de entrega das obras, já está previsto para o final deste ano.

O secretário de Estado de Cidades, Eduardo Chiletto, explica que a garantia contratual é uma previsão inclusive para o caso da obra, uma vez finalizada, ser entregue com “patologias” e precisar passar por reforma.

“O Estado não pode ter prejuízo algum”, destaca.

O prazo para depósito da garantia contratual teminou dia 27 de julho. Mas a Engeglobal pediu a princípio uma semana a mais, que venceu na última sexta-feira (31). Não dando conta de cumprir o combinado, reiterou o pedido, solicitando mais 15 dias e a Secid vetou, informando que vai esperar até a próxima sexta (7).

Prazo pedido pela Engeglobal venceu na última sexta-feira (31). Não dando conta de cumprir o combinado, reiterou o pedido por mais 15 dias e foi negado

A empresa alega que está tentando financiamentos em bancos. Chiletto, que tinha dado a última sexta como limite máximo, flexibilizou novamente.

“Já dissemos que vamos entregar essas obras até o final do ano”, diz o secretário, afirmando que, se isso não se concretizar, haverá também “um custo social, já que ao invés de entregar a obra em data "X" entregaremos em "X" mais "Y”.

A gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) ficou marcada, negativamente, pelos atrasos nas obras da Copa, já que dos 34 contratos assinados pela extinta Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), a maior parte deles não foi cumprida conforme a previsão de entrega.

A obra de reforma e ampliação do Aeroporto Marechal Rondon está paralisada desde a Copa do Mundo, em junho do ano passado. 

 

 

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