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26.10.2014 | 23h23


GERAL / (IN) SEGURANÇA NO MANSO

Empresário que morreu não usava colete, mas Marinha diz que faz controle

Cmte Alessandro Nonato disse que todos os tripulantes de embarcações são obrigados a usar coletes sob pena de multa e apreensão da embarcação


DA REDAÇÃO

A morte do empresário Thiago Rockemback, de 32 anos, no Lago do Manso, levantou a dúvida de uma possível falta de fiscalização nos equipamentos de segurança, por parte da Marinha do Brasil, em represas e trechos de rios, que são frequentemente usados por atividades recreativas com embarcações como, lancha e jet ski.

O uso de um colete salva vidas poderia ter salvo a vida da vítima que, por volta das 19h,) do dia 18 deste mês, pulou da lancha na água para tentar salvar duas amigas, que caíram da embarcação e estariam se afogando. Uma das meninas se apoiou na amiga que estava usando o colete. As duas nadaram até uma ilha e se salvaram. Já Thiago não teve a mesma sorte.   O corpo dele só foi localizado na tarde de quarta-feira (22), pelas equipes de busca, compostas por bombeiros e oficiais da Marinha.

Ao RepórterMT, o comandante da Delegacia Fluvial de Cuiabá, capitão de corveta, Alessandro Aniltom Maia Nonato, assegurou que a Marinha do Brasil já fiscalizou 2.600 embarcações somente neste ano. Além de que, diariamente, realiza diversas fiscalizações em vários pontos de 65 municípios do Estado. Sendo que, em lugares conhecidos por atividades recreativas como o Lago do Manso, as vistorias são concentradas nos finais de semana.

Segundo Nonato, todos os tripulantes de embarcações são obrigados a usar coletes salva vidas. Caso sejam flagrados na infração o comandante da embarcação será responsabilizado, sendo autuado e multado. Além de poder ter o barco ou jet ski apreendidos.

“A gente sempre pede para aqueles que utilizam embarcações, que façam de forma segura, utilizando seus coletes e buscando suas habilitações, para que seja efetivamente uma atividade com segurança. Somos extremamente enérgicos nesse tipo de fiscalização”, destacou. 

Para pilotar uma embarcação aquática, o comandante afirmou que é necessário ter uma habilitação. Segundo ele, o documento é retirado após uma prova de pilotagem feita na própria Marinha. No entanto, o interessado tem que buscar aulas em escolas aquáticas. 

 











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