alexametrics
06.07.2020 | 07h00


GERAL / DRIBLANDO A CRISE

Empresárias lucram em meio à pandemia com produtos personalizados e vendas online

A diretora regional e consultora Mary Kay, Cleunes Lavratti e a confeiteira, Vera Thommen driblaram a crise e conseguiram lucrar na pandemia.


DA REDACÃO

A inovação faz parte de se administrar um negócio, no entanto, se reinventar e adaptar nunca esteve tão presente na vida do ser-humano, em especial dos empresários. O conversou com duas mulheres que souberam enxergar na crise uma oportunidade alavancar suas vendas. O mercado de trabalho tem estado escasso, mas os modelos de negócio não convencionais têm gerado oportunidades.

Segundo a diretora regional e consultora Mary Kay, Cleunes Lavratti, em nove anos, junho foi o seu melhor mês de venda, com um aumento de mais de 100%, e explica que tudo se deve pela adaptação do seu modelo de negócio.

RepórterMT/Reprodução

WhatsApp Image 2020-06-25 at 17.48.48.jpeg

Por meio das redes sociais, a consultora mostra a higienização dos seus produtos atraindo os clientes.

“Usamos as mídias sociais para nos aproximar dos clientes. Mostramos a higienização dos produtos, como são montadas as sacolas, para garantir a segurança do clientes. Além disso, fazemos consultoria online, por vídeo-chamada, para mostrar os produtos. Adotamos os sistema delivery [entrega], e envio pelos Correios, para facilitar. Dessa forma se torna cômodo e seguro”, explica Cleunes.

Apesar da necessidade de contato da cultura brasileira, a consultora aponta que o modelo de negócio online veio para ficar e até tornou a produtividade maior. Inovações foram necessárias, e ela conta que novas ideias como o bazar online surgiram em meio à pandemia. 

Já a dona da empresa Veroka Delícias, Vera Thommen, que trabalha com doces e bolos, relata que não teve nenhum prejuízo com a pandemia e sim expansão nos pedidos. Ela ressalta a importância de oferecer um serviço personalizado, intimista, de acordo com o momento. 

"Os clientes estão vindo, falei: 'Meu Deus estão brotando clientes', relata a doceira Vera.

“Está tudo fluindo tranqüilamente. As pessoas estão fazendo festinhas em casa, mais intimistas, e para mim foi uma ótima pedida que faço os bolinhos pequeninhos personalizados, são o suficiente para uma família, duas, três crianças. Na Páscoa, vendemos muito, mais do que dois anos atrás. Eu pensei que não iriamos vender, estávamos no início do furacão, mas tudo deu certo”, conta. 

Ela acredita que os números de venda foram influenciados pelo modelo do seu negócio, já que ela faz bolos e diversos tipos de doces temáticos, personalizados, e oferta diverso sabores para os seus clientes. Assim como Cleunes, ela tá bem usa as redes sociais para vender o seu trabalho e dialogar com os clientes.

“Geralmente [seus produtos] são procurados para presentear, ou para uma festa pequena, para mim favoreceu. Os clientes estão vindo, falei: 'Meu Deus estão brotando clientes'. A página está tendo muita interação, muito acesso, muita gente nova buscando pelo meu trabalho”, relata.

RepórterMT/Reprodução

104992156_1692273944255646_4029131064601068444_o.jpg

Produtos personalizados, de acordo com o gosto do cliente, tem ganhado às vendas.

A empresária, que também atendia festas grandes, coloca que por mais que as coisas voltem ao normal, as pessoas passaram a ressignificar e perceber que não são necessárias festas faraônicas, em que se gasta muito dinheiro, para comemorar, e que seu negócio continuará deslanchando. Sua empresa tem sete anos, e é tocada junto com a família. Ela lida com a parte pesada, e a personalização, mas recebe ajuda da mãe e da irmã. 











COMENTÁRIOS

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Repórter MT. Clique aqui para denunciar um comentário.

TV REPÓRTER

INFORME PUBLICITÁRIO

Bebe Prime