16.01.2020 | 10h01


JUSTIÇA

Empresa de segurança aciona Cruzeiro e cobra quase meio milhão

Empresa busca o pagamento de valores sobre serviços prestados na sede administrativa e campestre, bem como nas Tocas I e II



O Cruzeiro também enfrenta processo na Justiça em relação à empresa que fazia segurança da sede administrativa, os dois centros de treinamento e a sede campestre. O saldo aberto, somado aos juros, chegam a R$ 466.817,67.

Em um dos pedidos à Justiça, a Verzani e Sandrini Segurança Patrimonial solicita busca dos valores em contas do clube para eventual bloqueio. O processo foi iniciado na 18ª Vara Cível de Belo Horizonte, na semana passada, e já está nas mãos do juiz para tomar uma decisão.

A entrada do processo ocorreu em 09 de janeiro de 2020. Nele, a empresa apresentou as notas fiscais referentes aos serviços prestados, mostrando que os atrasos foram iniciados em agosto do ano passado, com o não pagamento dos serviços prestados até o final do ano.

Em 05 de dezembro, uma notificação extrajudicial foi apresentada ao clube mineiro, apontando os atrasos pela empresa de segurança. Entretanto, o débito não foi regularizado e, segundo a Verzani e Sandrini, a correspondência sequer foi respondida.

Por causa disso, em 18 de dezembro, a empresa emitiu uma notificação de rescisão contratual, informando ao Cruzeiro sobre o débito, mas com um valor superior ao da atual ação: R$ 575.102,20, sendo R$ 10 mil de multa contratual.

 

O contrato entre Cruzeiro e a empresa foi firmado em março de 2019 e valeria até o fim de 2020. A cada mês, o clube mineiro deveria pagar R$ 120 mil à empresa, sendo que R$ 10 mil eram permutados em troca de 16 ingressos para jogos no Mineirão.











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