14.12.2019 | 07h55


REDUÇÃO

Com dívida de R$ 700 mi, Cruzeiro terá cota de TV três vezes menor

Em vez dos R$ 22 milhões recebidos em 2019 como parte da parcela fixa dos times da Série A, será a vez de embolsar apenas R$ 6 milhões



Redução nas receitas, logística complicada, orgulho ferido. O Cruzeiro terá um longo calvário em 2020 na disputa do Campeonato Brasileiro da Série B para tentar voltar à primeira divisão e superar a maior crise técnica em quase 99 anos de história. Pelo menos a equipe mineira pode mirar no exemplo positivo de que alguns outros grandes clubes do futebol brasileiros também foram rebaixados, mas conseguiram se recuperar em grande estilo.

A pressão sobre o Cruzeiro é ainda maior pois em janeiro de 2021 a equipe vai completar 100 anos. O sonho da torcida é ao menos ter uma temporada digna do passado glorioso de um clube bicampeão da Copa Libertadores. Para esse plano se tornar viável, será preciso encarar um ano de 2020 bastante complicado, principalmente na parte financeira. O clube tem uma dívida de cerca de R$ 700 milhões.

A temporada na Série B vai trazer como principal obstáculo a redução drástica nos contratos de transmissão dos jogos pela televisão. Em vez dos R$ 22 milhões recebidos em 2019 como parte da cota fixa dos times da Série A, será a vez de embolsar apenas R$ 6 milhões, cerca de três vezes menos. A renda deve ter como acréscimo cerca de R$ 2 milhões pagos pela CBF para o custeio de viagens.











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