22.09.2019 | 11h00


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Medeiros: PSL não defende o Governo e desgastes podem levar Bolsonaro para o Podemos

O deputado considera que a falta de entrosamento e comunicação entre as lideranças do partido têm causado desgastes, como o que culminou na saída de Selma e pode gerar a saída de Bolsonaro, que foi convidado por ele para ir para o Podemos.


DA REDAÇÃO

Em entrevista ao , o presidente do Podemos em Mato Grosso e vice-líder do Governo Bolsonaro na Câmara Federal comentou que avalia que o presidente da República também possa deixar o PSL, assim como fez a senadora Selma Arruda, nova integrante do Podemos, que já é a segunda maior bancada na Câmara.

Medeiros considera que a falta de entrosamento e comunicação entre as lideranças do partido têm causado desgastes, como o que culminou na saída de Selma e pode gerar a saída de Bolsonaro, que foi convidado por ele para ir para o Podemos.

"As inquietações que acarretaram a saída de Selma são as mesmas das que padecem o presidente da República e talvez a solução de Selma seja a mesma que a do presidente”, declarou.

“Alguns não têm em mente que têm que proteger o Governo. Então por não haver essa proteção, o presidente não se sente abraçado, não se sente acolhido. Pelo contrário, muita gente lá fica querendo que o presidente vá lá os tratar como um bebê. Eles tinham que estar na fronteira, defendendo e ficam esperando muito dengo de quem eles deveriam proteger é como se a babá esperasse que o bebê a protegesse”, avalia.

Na entrevista, Medeiros argumenta que a estrutura do Podemos pode ser vista por Bolsonaro, assim como foi vista por Selma, como a saída ideal.

“Eu vejo que  o que fez com o que Selma saísse do PSL, as inquietações que acarretaram a saída de Selma são as mesmas das que padecem o presidente da República e talvez a solução de Selma seja a mesma que a do presidente”, argumenta ao afirmar que o Podemos oferece as condições para que ele exerça o mandato de forma tranquila.

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