16.03.2020 | 18h50


ENTREVISTA / VEJA O VÍDEO

Calor de Cuiabá não mata coronavírus, mas lotar hospitais gera colapso público

Confira quais sãos quadros que devem procurar uma unidade de saúde e quem deve pedir o teste para saber se está com o vírus.


DA REDAÇÃO

Em entrevista ao , Flávia Guimarães, gerente de vigilância em doenças e agravos transmissíveis alerta que a procura desnecessária a unidades de saúde pode aumentar o contágio de pessoas que não estavam com o coronavírus e desmistifica que o vírus não sobrevive ao calor de Cuiabá.

“Esse tipo de comportamento pode causar um colapso no atendimento da saúde”, ressalta.

Na entrevista ela explica quais sãos quadros que devem procurar uma unidade de saúde e quem deve pedir o teste para saber se está com o vírus. Febre e falta de ar são os sintomas preocupantes.

Cada caso positivo pode transmitir para 2.3 pessoas, mas não há uma estimativa de quando ocorreria o pico da doença na Capital Cuiabá.

Entre as medidas de prevenção, ela destaca que é preciso se distanciar de quem está com sintomas de gripe. “Isso não é preconceito, é prevenção”, pontua.

Quanto ao mito de que o calor de Cuiabá mata o coronavírus, ela comenta que isso é rescaldo do entendimento sobre o H1N1, que não era resistente ao calor, mas observa que os vírus são diferentes.

Ao , Flávia aponta que é preciso ter maior cuidado em locais de risco de contágio como ônibus, banheiros públicos e academias de ginástica e elevadores.

Não usar utensílios como copos e talheres sem lavar é outra dica valorosa.

Veja o vídeo:

 











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