20.07.2019 | 09h45


GRAMPOLÂNDIA PANTANEIRA

Com delação negada, militares ainda têm duas alternativas para fechar acordo



Sem conseguir fechar acordo de delação premiada com o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), do Ministério Público Estadual (MPE), os policiais militares réus no processo que apura o esquema de grampos em Mato Grosso, ainda podem fazer uma colaboração unilateral com a Justiça.

Os pedidos podem ser aceitos pelo desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça ou pelo procurador-geral de Justiça José Antônio Borges.

A possibilidade ganhou força depois que o ex-comandante da Polícia Militar no Estado, coronel Zaqueu Barbosa, e o ex-secretário da Casa Militar, coronel Evandro Lesco, além do cabo Gerson Corrêa Júnior confessarem fatos novos sobre a grampolândia e, inclusive, citou um suposto envolvimento de promotores e procuradores de Justiça nos casos de “barriga de aluguel”.

 











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