28.05.2020 | 13h57


CONEXÃO PODER / MERCADO DA MADEIRA

Leitão chama juíza de ativista ideológica por proibir comércio e transporte em MT; Veja vídeo

Decisão judicial proíbe trânsito e comercialização de madeira nos estados da Amazônia Legal durante toda a pandemia.


DA REDAÇÃO

Em entrevista ao Conexão Poder, o ex-deputado federal, Nilson Leitão (PSDB), que atua como consultor da Confederação Brasileira de Agricultura e Pecuária, critica decisão da Justiça do Amazonas que tem prejudicado diretamente a economia mato-grossense, a qual ele considera descabida e aponta ter viés ideológico.

A medida judicial impede o transporte de madeira nos estados da Amazônia Legal sob o argumento de coibir a extração e comercialização ilegal e proteger índios e ribeirinhos do coronavírus, mas afeta diretamente as empresas que trabalham legalmente.

“A crítica é de que não pode agir para atingir a ilegalidade, atingindo os que estão legais. Isso é ativismo ideológico da juíza. Suspendeu tudo e daqui a pouco  não consegue mais funcionar as usinas de etanol de milho, vai deixar vender milho (...) E com isso não vai gerar dinheiro em momento de crise já estamos vivendo o pior momento que o Brasil poderia estar vivendo. Essa liminar é descabida. Sinop não tem aldeia indígena não tem ribeirinhos, não é cidade pesqueira, é uma suspensão aonde não tem ninguém correndo este perigo”, declarou.

Nesse sentido, Leitão chama de absurdo fechar a região da Amazônia brasileira por meses, já que a medida se estende até o fim da pandemia de coronavírus, o que pelos cálculos do Governo Federal, não deve terminar antes de fevereiro de 2021.

“Então não há como dizer que isso não é um ativismo ideológico dentro do Judiciário,  especificamente , a maioria não é assim, mas há esse ativismo que atrapalha o Brasil”, comenta.

O Ibama, que é réu no caso, acionou o Tribunal Regional Federal 1 , para suspender a decisão, a qual o ex-deputado reforça que nem passou por discussão no Congresso.

Veja o vídeo:











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