25.01.2020 | 11h30


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Investigados e condenados na Rêmora seguem fazendo negócios na Seduc

Empresas envolvidas no escândalo de corrupção em obras, investigado pela Operação Rêmora, continuam participando de construções e reformas, por falta de impedimento jurídico.


DA REDAÇÃO

Em entrevista ao Conexão Poder, a secretária de Educação do Estado, Marioneide Kliemaschewsk explica porque, mesmo tento o envolvimento comprovado e sendo proprietários até condenados, empresas que participaram do cartel que pagava propina para fazer obras da Secretaria de Educação (Seduc), conforme apontou a Operação Rêmora, continuam a participar de licitações para reformas e construções de unidades escolares.

Segundo ela, o problema é a falta de amparo judicial, já que não há qualquer medida legal que impeça que envolvidos no escândalo de corrupção continuem a fazer obras.

“No judiciário não tenho nada que a impeça de participar dos processos licitatórios. Se eu falasse a Seduc não vai ter uma empresa que participou da Rêmora participando. Isso como instrução normativa, como regra dentro da Seduc. Isso seria derrubado juridicamente rapidinho porque não existe nenhum processo impeditivo dela participar. Na hora que tiver isso, sem sombra de dúvidas que não irão participar”, declarou.

Na entrevista, Marioneide ainda detalha uma série de ações instituídas pela Seduc para evitar que ocorram novos casos de corrupção. A medida integra sistema de gravação e acompanhamento pessoal.

“Tudo que possa atacar a idoneidade da Seduc a gente tem tentado barrar. Agora existem fatores que fogem à intervenção do próprio secretário da pasta”, concluiu.

 Veja a entrevista:











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