06.05.2020 | 15h00


CONEXÃO PODER / APÓS 2 ANOS SEM REPASSE

Articulação de bancada destrava FEX e MT vai receber R$ 1,3 bilhão

Com o FEX, Governo do Estado deve receber R$ 1,3 bilhão para usar livremente e R$ 93 milhões para aplicar no setor da Saúde


DA REDAÇÃO

À frente da bancada de Mato Grosso em Brasília, o deputado federal Neri Geller (PP) conta ao Conexão Poder como foi a articulação política entre Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa para conseguir a aprovação de cerca de R$ 850 milhões em repasses para o Estado, em detrimento da compensação de exportações. Há dois anos o repasse do  Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) está atrasado, portanto o momento é de vitória política e alívio financeiro em meio às necessidades da pandemia de coronavírus.

O valor foi incrementado como emenda do senador Carlos Fávaro (PSD) no projeto aprovado  último final de semana, que prevê auxílio financeiro aos estados e municípios para combate à covid-19. 

Geller, que já foi ministro da Agricultura e Pecuária, destaca que na “briga pelo recurso”, foi fundamental a articulação e apoio  da Frente Parlamentar da Agropecuária, da qual ele faz parte, assim como a interlocução junto a líderes de partidos.

O Governo do Estado deve receber R$ 1,3 bilhão para usar livremente e R$ 93 milhões para aplicar no setor da saúde.

Os municípios de Mato Grosso devem receber R$ 962 milhões da União para enfrentamento ao coronavírus (covid-19). 

Na entrevista, o deputado também avalia que Mato Grosso deve se recuperar mais rápido da crise, pelo fato de ser um Estado exportador de alimentos e também devido ao ajuste financeiro feito pelo governador Mauro Mendes (DEM) no início de seu mandato.

Ao Conexão Poder, Geller ainda fala sobre o relacionamento com o novo ministro da Saúde, Nelson Teich e destaca que a bancada de Mato Grosso conseguiu empenhar nesta semana R$ 60 milhões em emendas. O dinheiro deve ser depositado na conta do Governo do Estado nos próximos dias para ser usado no custeio da Saúde Pública.

Veja a entrevista:











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