02.08.2011 | 10h05


CIDADES

Violência cresce 73% em julho com 33 assassinatos registrados

MAYARA MICHELS
DA REDAÇÃO

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) fechou o mês de julho com 33 homicídios registrados. 73% de aumento comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 19 assassinatos. Segundo os registros, 20 assassinatos foram registrados em Cuiabá e 13 em Várzea Grande.

Segundo o delegado titular da DHPP, Antônio Garcia, três inquéritos foram concluídos durante o mês de julho, desses quatro pessoas foram presas em flagrantes. Sendo um caso da mãe que matou e jogou a filha no lixo, e o outro, os dois estudantes que mataram um menor dentro da Escola estadual Antônio Figueiredo Cesário Neto, em Cuiabá.

"A greve da Polícia Civil prejudicou as investigações. Mesmo tendo apenas 30% dos policiais trabalhando, muitos inquéritos estão parados há dias", afirmou Garcia.
O último homicídio do mês de julho ocorreu às 20h30 no bairro Cidade Alta em Cuiabá. Gazimar Gonçalo da Silva foi assassinado com quatro tiros em via pública.

Populares acionaram a polícia, que ao chegar no local encontraram a vítima sem vida. O crime ocorreu no cruzamento da Avenida Ipiranga com a Rua Jornalista Alves de Oliveira. Até o momento ninguém foi preso.

No mês de julho, crimes como estudante morto dentro de escola e uma mãe que matou e jogou no lixo a filha recém nascidas foram destaques nacionais junto com a morte de um jornalista que foi destaque internacional. O jornalista Auro Ida foi morto no bairro jardim Fortaleza na noite do dia 21 de julho, quando deixava a namorada em casa.

Até o momento a policia não tem suspeitos. Algumas pessoas já foram presas, mas por falta de provas, foram soltas. Apesar da greve dos investigadores e escrivães da Polícia Civil, por determinação da Secretaria de Segurança Pública, policiais estão investigando o caso.

 











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