25.02.2020 | 08h11


CIDADES / FÉ DEMAIS

Pastor é acusado de mandar fotos do pênis para mulher em MT

Religioso integra a Igreja Metodista no Norte do estado e foi afastado da função



Um membro da Igreja Metodista informou na segunda-feira (24) que um dos seus pastores foi afastado das atividades após descobrir que ele mandou fotos do pênis para uma mulher, em Peixoto de Azevedo (197 km de Cuiabá).

Um dos membros  explicou que a mulher que recebeu os nudes do pastor não faz parte da igreja, além disso, foi decidido que ele deve passar por medidas de restauração de caráter, com pastores supervisores.

Na semana passada, no Nortão, houve outra acusação contra religioso, um padre no município de Carlinda (281 quilômetros de Sinop). Conforme Só Notícias informou em primeira mão, o delegado de Polícia Civil Pablo Bonifácio Carneiro, confirmou abertura de inquérito para investigar acusação que o sacerdote deu uma tapa nas nádegas de uma mulher, no momento em que passava próximo dele, no escritório da paróquia.

O ato foi gravado pelas câmeras de segurança da paróquia. As imagens foram requeridas e repassadas para serem analisadas pela polícia. O padre também foi afastado enquanto a acusação é esclarecida.

Outro Lado

Em nota, a Igreja Metodista afirmou que não concedeu entrevista ao Só Notícias, enquanto instituição. 

Veja na íntegra:

 A Direção da Sede Regional da Igreja Metodista na Oitava Região informa que a única liderança competente para emitir notas ou praticar sanções sobre questões disciplinares de líderes religiosos de suas igrejas é sua Bispa-Presidente.

Assim, qualquer informação prestada/apresentada por outra fonte não condiz com a realidade eclesiástica da Igreja e, se tratando de convicção própria de terceiros que não possuem competência e legalidade de falar em nome da Igreja, não há como responsabilizar ou imputar à Igreja a autoria de tais alegações.

Assim, eventuais notícias veiculadas com afirmação de que a Direção da Igreja Metodista afastou pastor em Peixoto do Azevedo-MT não são dotadas de veracidade, sendo claramente uma Fake News, vez que as declarações não partiram do Episcopado.

Inobstante a isso, eventual conduta que não condiz com os cânones da Igreja, bem como dos preceitos éticos, morais e cristãos de qualquer líder ligado à Igreja Metodista é apurado através da instauração de Comitê de Disciplina.

 

Frisa-se que a conduta impingida ao pastor, veiculada na reportagem, é contrária a todos os valores da Igreja Metodista.

 

 

 











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