03.08.2011 | 11h27


CIDADES

OSs do Metropolitano e vai custar R$ 31 milhões por ano para MT

MAYARA MICHELS    15h05
DA REDAÇÃO

Começa na tarde desta terça-feira a transferência de pacientes para o metropolitano de VG. De acordo com o Instituto Pernambucano de Assistência à Saúde (Ipas), pacientes já estão cadastrados e a previsão é que as cirurgias sejam iniciadas na sexta-feira. O Ipas terá que cumprir o estabelecido com o governo de realizar 500 cirurgias mês.

O hospital não terá Pronto Atendimento e no local serão realizadas cirurgias e exames de alta complexidade, como traumatologia e ortopedia, mas cabe ao Ipas realizar  por mês 2 mil consultas, 300 atendimentos de ortopedias urgências, 336 exames de endoscopia, 168 exames de colonoscopia, 40 exames de broncoscopia, 8 exames de colangiopancreatografia, 2 mil raio X e 500 tomografias.

O valor do contrato firmado entre o Estado e o Ipas é de R$ 31.300.000,00 milhões, no período de um ano. Os recursos são destinados para a manutenção hospitalar e contratação de funcionários.

SINOP

Durante a inauguração do Hospital Estadual Metropolitano "Lousite Ferreira as Silva", o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, garantiu três Unidades de Pronto Atendimento 24h (Upas) para Cuiabá e R$ 10 milhões para compra de equipamentos para hospital regional de Sinop, que está pronto.

"Nossa meta é fila zero. Para não sobrecarregar Várzea Grande, o Ministério já colocou na conta do estado o dinheiro para a construção das três novas Upas.

Segundo o secretário de Saúde Pedro Henry (PR), o hospital de Sinop tem 112 leitos e está pronto há meses esperando equipamentos para funcionar. Uma licitação para a compra dos equipamentos será feita nos próximos dias e a previsão é que uma Organização Social (OS) administre o hospital, que deverá ser inaugurado no final do ano.

Ainda de acordo com Henry o hospital de Sinop será inaugurado o quanto antes, para que pacientes não necessitem saírem do nortão para atendimento em Várzea Grande. "Depois de Sinop, nosso próximo passo é inaugurar o hospital de Alta Floresta, porque só assim iremos diminuir a pressão de pacientes na Grande Cuiabá", explicou.












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