05.02.2011 | 21h13


CIDADES

Ídolos do Corinthians batem boca pelo Twitter

GLOBOESPORTES  21h00

A violenta manifestação de corintianos no CT Joaquim Grava, neste sábado, causou um bate-boca no Twitter entre dois ídolos do clube, com troca de acusações e ofensas. Tudo começou quando Neto criticou a afirmação de Ronaldo de que joga "por amor e somente por amor" e pediu para que ele abrisse mão de R$ 1,5 milhão por mês.

- Eu, que nunca fui 1% de você, assinava contrato em branco. Eu jogava por amor. Casagrande, Sócrates, Wladimir, Rivelino, Viola jogavam por amor. Para de conversa fiada, vai! - completou Neto, que teve uma passagem marcante pelo Corinthians entre 1989 e 1993, com um título brasileiro (1990), e voltou ao clube para atuar em 1996 e 1997.

Não vou responder a ex-jogador aproveitador. Que vive até hoje com a imagem ligada ao clube, implorando para fazer evento em loja oficial. Muito menos para gente irresponsável que incentiva a violência e que cospe nos outros"
Ronaldo

Sem citar Neto, Ronaldo não deixou o ex-jogador sem resposta.

- Eu aceito qualquer crítica pacífica ao meu desempenho e do time. Mas não vou responder a ex-jogador aproveitador. Que vive até hoje com a imagem ligada ao clube, implorando para fazer evento em loja oficial. Muito menos para gente irresponsável que incentiva a violência e que cospe nos outros.

O Fenômeno se referiu a um episódio de 1991, em que Neto cuspiu no rosto do árbitro José Aparecido de Oliveira, após ser expulso por entrada violenta, durante a derrota por 2 a 1 do Corinthians para o Palmeiras.

Do mesmo jeito que você não fala com quem cuspiu em juiz, eu também não falo mais com quem entrou no motel com três travecos e um morreu de Aids!"
Neto

Neto voltou a atacar Ronaldo, primeiro comparando a passagem dos dois pelo Corinthians:

- Eu sempre fui e vou morrer corintiano. A minha missão no Timão foi cumprida. Levei ao primeiro Brasileiro. E você?

E depois lembrou uma recente passagem conturbada do atacante:

- Do mesmo jeito que você não fala com quem cuspiu em juiz, eu também não falo mais com quem entrou no motel com três travecos e um morreu de Aids!











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