02.07.2011 | 14h06


CIDADES

Henry espera aval de Galindo para lançar editar de terceirização

LARISSA MALHEIROS     10h20
DA REDAÇÃO

O secretário do Estado de Saúde, Pedro Henry, disse ao RepórterMT que passar o controle do PS para uma Organização Social de Saúde (OSS) é a única forma de o Estado "contribuir" com Cuiabá, no caso do hospital, ou seja, bancando um contrato de OSS. Henry disse que, assim que receber carta branca de Cuiabá, lançará o Edital.

Já o secretário de Saúde de Cuiabá, Antônio Pires, disse da manhã desta sexta-feira (30), que o Pronto Socorro de Cuiabá, será administrado por um contrato de gestão. Uma forma diferente de dizer terceirização via OSS (Organizações Sociais de Saúde). Pires tenta com isso se esquivar da responsabilidade, segundo dizem os médicos, de permitir o gerenciamento do PS por OSS e empurra o "abacaxi" para o Estado, afirmando que quem decide a forma de gerenciar a unidade é o Executivo Estadual.

Pires estaria divulgando a nova gestão do PS como um contrato gestão para "tentar" mudar a opinião da categoria médica que é contra. Ele vem "ironizando" a opinião do Conselho Municipal de Saúde, que demonstrou insatisfação com o gestor e já relataram o relacionamento estremecido ao Ministério Publico.

Mesmo evitando falar das OSS, o secretário já teria autorizado, sem comunicar o Conselho Municipal de Saúde, a autenticação do patrimônio, ou seja, dos bens que se encontram no Pronto Socorro de Cuiabá, que pertencem à prefeitura, listando os equipamentos, de propriedade do município, que serão usados pela organização.

 











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