21.05.2011 | 14h44


CIDADES

Greve dos professores segue com tempo indeterminado em VG

LARISSA MALHEIROS   17h35
EDITORIA

A greve que gera em torno de 65 das 72 escolas municipais de Várzea Grande, não tem previsão para acabar. O tempo foi estipulado como indeterminado pelos profissionais da educação, e a situação tende a piorar se o prefeito não acatar as reivindicações dos educadores. Segundo presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público Subsede Várzea Grande (Sintep/VG), Aparecida Cortez, o aumento salarial é a principal solicitação dos profissionais, que  recebem R$550 com a carga horária que chega de 25 até 30 horas semanais. O pedido da categoria é que o piso chegue até R$1.350,00.

Aproximadamente cerca de 800 pessoas estiveram presentes num protesto em frente a prefeitura na manhã desta sexta-feira (20). Até o momento o prefeito Murilo Domingos não se manifestou em conversar com os profissionais. Apenas se limitou em enviar um representante para informar a categoria, que as reivindicações não foram protocoladas. De acordo com a sindicalista, Domingos está "mentindo", frisando que na semana passado houve um encontro entre alguns educadores com o gestor, para entregar as solicitações da categoria. "Estivemos com ele na semana passada e protocolamos as reivindicações na frente do prefeito. É um absurdo ele falar que não existe pedido algum", exclamou Cortez.

Entre os manifestantes estão populares que em busca de falar com Murilo estiveram presentes no local. Como foi o  caso de uma senhora portadora da doença mal de parksopn, que se encontrava sentada cabisbaixa, esperando pelo prefeito para solicitar o medicamento que está em falta na farmácia popular. Informações nas fármacias afirmaram que o remédio tem um custo particular de 800 reais. Familiares pediram para que o nome da senhora não fosse divulgado.

Outros fatos também foram mencionados na frente do Paço Municipal, como a falta do aparelho de eletrocardiograma para exames e a segurança nos bairros. A categoria passou o dia na frente da prefeitura e não obteve reposta do prefeito.

MERENDA ESCOLAR

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público Subsede Várzea Grande (Sintep/VG), Aparecida Cortez, denunciou também a merenda escolar das crianças do município , que comem arroz e feijão ou arroz e ovo.

 











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