07.06.2011 | 19h43


CIDADES

Falta de estrutura impede investigações da CPI das PCHs

FERNANDA LEITE   17h27
DA REDAÇÃO

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Hidrelétricas, ainda não conseguiu cumprir a ordem de busca e apreensão de processos originais das pequenas usinas hidrelétricas na Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema). O motivo, segundo o deputado estadual e relator CPI, Dilmar Dal Bosco (DEM), o impasse na capacidade física da Assembleia Legislativa é insuficiente para guardar o montante de documentos que serão apreendidos.

"Se todos os documentos vierem para a AL, não conseguiremos analisá-los, porque não temos espaço físico para armazená-los. Tem documentos que possuem 72 volumes", explicou o deputado, dizendo que os documentos serão levados para a AL.

Dal Bosco disse ainda que sugeriu a contratação de mão-de-obra, sendo engenheiros e técnicos, para avaliar os processos. "Quero um trabalho sério temos pouca gente. Nosso corpo técnico é limitado", criticou o parlamentar.

A busca e apreensão serão realizadas até amanhã (08). Os parlamentares exigem que a Sema entregue os documentos que possivelmente estavam sendo negados, bem como o repassasse de informações à Comissão.

As investigações dão conta que documentos originais foram trocados por cópias, e a numeração e os carimbos de alguns processos foram alterados. "Teve documentos que estavam com rasuras na numeração. A CPI exige os documentos originais", finalizou Dilmar

Além de Dilmar, são membros da CPI os deputados Percival Muniz (PPS), presidente, Walter Rabello (PP), Adalto de Freitas (PMDB) e Sérgio Ricardo (PR)

 











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