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17.05.2011 | 19h29


CIDADES

Estadualização depende somente da aprovação do prefeito Chico Galindo

DA EDITORIA  13h26

Agora está nas mãos do prefeito Chico Galindo (PTB) a decisão da administração do Pronto Socorro de Cuiabá. De acordo com o governador do Estado, Silval Barbosa (PMDB), serão impostas duas condições para que haja intervenção do Estado na administração da unidade. A primeira, que ela seja administrada por uma Organização Social de Saúde (OSS), a segunda que o município ajude financeiramente os hospitais estaduais.

A estadualização do Pronto Socorro foi discutida na manhã desta terça-feira em reunião com o governador Silval Barbosa, presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP), primeiro-secretário da AL, Sérgio Ricardo (PR), presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - seccional de Mato Grosso (OAB-MT), Cláudio Stábile, e representante do Ministério Público Estadual e do Conselho Municipal de Saúde.

A proposta de estadualização surgiu após reunião de Galindo com o Conselho Municipal de Saúde (CMS), na qual constatou que 55% dos pacientes do Pronto Socorro são do interior do Estado.

Hoje (17) a tarde, acontecerá outra reunião entre o prefeito, os secretários de Saúde do Estado e de Cuiabá, para conclusão da estadualização. Se acordado, o edital para convocação das OSs deve sair nesta semana.

Várzea Grande

Em Várzea Grande a situação não é diferente, o secretário de Estado de Saúde, Pedro Henry (PP), deve se reunir com o prefeito Murilo Domingos e com o conselho Municipal de Saúde, para apresentar proposta ao Pronto Socorro da Cidade. Neste caso a mesma imposta para Cuiabá.

 











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