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16.03.2011 | 13h25


CIDADES

Considerado inviável em Cuiabá, VLT volta a operar em grandes cidades

DA REDAÇÃO  12h10

Considerado Inviável em Cuiabá, pela Agecopa, o VLT, veículo leve sobre trilho, proposto pelo deputado Riva como opção ao BRT - Bus Rapid Transit, o preferido do governo e da Agecopa, os VLTs são cada vez mais utilizados nas grandes metrópoles dos países desenvolvidos.

Porém, em Cuiabá, os argumentos contra o VLT são fortes, principalmente se levado em conta o alto custo operaciona. Estima-se que cada passagem custe em média R$ 18, impraticável para o trabalhador e para as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande subsidiarem. Mas o presidente da Agecopa, Yênes Magalhães afirmou que tudo vai depender do que as prefeituras e o governo do estado querem.

O crescimento pelo mundo não para. Cidades como Bruxelas, Paris e Berlin ressuscitaram os seus "tramways" nos últimos dez anos e essa onda "verde" começa a chegar agora aos países emergentes."Só na China, existem pelo menos 15 projetos em estudo", afirma Pierre Gosset, responsável pela divisão de "tramways" do grupo Alstom. A multinacional francesa participará neste ano, por exemplo, de uma licitação em Pequim.

O grupo prevê fabricar 300 bondes em 12 meses."Há dez anos, nossa produção não era nem a metade", diz o Gosset, que projeta chegar a uma produção de 1 mil a 1,5 mil "trams" por ano até 2020.

No Brasil, a Alstom venceu a única licitação feita no País para a instalação de uma linha de trem elétrico, em Brasília, mas o contrato foi suspenso no ano passado pelo Ministério Público, que está investigando os contratos firmados durante o governo de José Roberto Arruda, cujo mandato foi cassado por corrupção.

A empresa se mantém à espera de uma decisão das autoridades. Outras cidades, como Santos, disse Gosset, também já demonstraram interesse pelo VLT.

O presidente da Assembleia, deputado Riva (PP) é um dos grandes defensores do projeto do VLT para Cuiabá. No início deste mês, a convite de Riva, um grupo português, que atuará em três estados do país na construção do VLT para a Copa do Mundo, fez uma segunda visita técnica, atestando a viabilidade do transporte. Porém, o preço da tarifa final, não foi divulgado.












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