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11.07.2011 | 08h53


CIDADES

Após denúncia do RepórterMT, Daltro e proprietário "cuidam" de área

MAYARA MICHELS   7h55
DA REDAÇÃO

Após o RepórterMT denunciar, no início do ano, a degradação ambiental da Cachoeira da Martinha, localiza a 20 km da cidade de Chapada dos Guimarães, e cobrar insistentemente das autoridades locais uma solução, a situação parece ter melhorado para os visitantes do local.

O espaço que deveria ser de lazer, diversão e turismo estava se tornando sinônimo de baderna e lixo. Agora, um dos "proprietários" e prefeitura do município, garantiram que o local está sendo limpo e fiscalizado.

O prefeito do município, Flavio Daltro (PP), afirmou que, todos os finais de semana, uma caçamba realiza a coleta do lixo no local, porém, fazer uma infraestrutura e a cuidar da segurança, não cabem à prefeitura, já que o espaço está dentro de três áreas particulares.

Segundo o prefeito, até que se resolva o impasse na Justiça, entre os três supostos proprietários da área, a prefeitura vai tentar conservar o local, retirando o lixo. "Um vai fazer uma pousada, o outro não participa, e o outro foi notificado para tirar um restaurante que abriu em área próxima à rodovia", afirmou Daltro.

As expectativa da Prefeitura é tornar o espaço do restaurante irregular, em local público, pois não é permitido construir em área próxima da rodovia.

Segundo Manoel Campos Neto, um dos proprietários das áreas que dão acesso ao local, há mais de quatro meses espera a aprovação de um projeto para a construção de uma pousada no local. "Enquanto isso estou tirando do meu bolso cerca de R$ 600 reais, que divido com o proprietário do bar, para custear as despesas de limpeza e de um segurança que contratamos", afirmou Neto.

Segundo levantamento feito recentemente pela prefeitura, cerca de 2 mil veículos passam pela Cachoeira da Martinha nos fins de semana. O fluxo aumentou depois que o Ministério Público interditou um dos lugares mais visitados pela população na cidade, a Salgadeira.

O órgão pediu a interdição depois de uma ação civil pública que apontou uma série de irregularidades relacionadas ao funcionamento do complexo, que comprometem a conservação ambiental. Há 10 meses está proibida a utilização do espaço. O local só será reativado novamente após ser feito uma readequação e revitalização do complexo.











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