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10.05.2011 | 13h04


CIDADES

Advogado vai pedir habeas corpus para Pieroni

MAYARA MICHELS 10h40
DA REDAÇÃO

O advogado Sebastião Monteiro, que responde em defesa do delegado Márcio Pieroni, afirmou que nos próximos dias entrará com um pedido de habeas corpus para a liberação do delegado. "Pieroni está se sentindo injustiçado porque tem certeza de que não fez nada irregular nas investigações. Ele afirma que a prisão foi ilegal. Estou estudando o momento certo para entrar com o pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça", afirmou.
Sebastião disse de Pieroni está bem. Está preso em uma das salas da Gerência de Operações Especiais (GOE) desde o início da tarde de ontem (10), quando foi preso em sua residência por policiais federais.

Caso tenha o pedido de habeas corpus negado, o delegado deverá cumprir toda a prisão preventiva no GOE, já que em Cuiabá não existe um presidio para delegados.
O delegado que na ocasião era titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, foi transferido para a Delegacia de Roubos e Furtos assim que o Ministério Público Federal (MPF) o acusou de participar de um esquema de farsa para beneficiar o empresário Josino Guimarães, que foi acusado de mandar matar o juiz Leopoldino Marques do Amaral.

Pioroni e Josino foram presos na tarde desta segunda-feira (9) denunciados pelos crimes de formação de quadrilha armada, denunciação caluniosa, falsidade ideológica, fraude processual, interceptação telefônica para fins não autorizados em lei, quebra de sigilo funcional e violação de sepultura.
O MPF também denunciou o irmão do empresário Cloves Luiz Guimarães, o investigador da Polícia Civil Gardel Tadeu Ferreira de Lima e o detento Abadia Paes Proença.

O RepórterMT tentou contado com o advogado de defesa de Josino, mas Waldir Caldas não foi encontrado.

O empresário Josino Pereira Guimarães foi preso em Rondonópolis (210 km de Cuiabá). Sem saber que estava com a prisão preventiva decretada foi preso assim que compareceu a Delegacia da Polícia Federal do município. Ele foi levado para uma sala da Polícia Federal que fica anexo ao presídio Major Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), e aguarda ser transferido para Cuiabá.
Outro lado
A assessoria da Polícia Civil disse que a Corregedoria acompanhou a prisão do delegado e que as investigações contra ele continuam. A polícia também disse que continua em tramitação na Corregedoria procedimento administrativo disciplinar, aberto em março, com base nas informações coletadas no inquérito policial aberto pelo delegado Márcio Pieroni, sobre suposta denúncia de que o juiz Leopoldino Marques do Amaral estaria vivo.

Confira também: Josino e Pieroni são presos acusados de assassinato


 











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