19.05.2017 | 08h31


CONFIRA

Pesquisa aponta os receios de homens e mulheres na hora do sexo

Entre eles, alguns são parecidos entre os dois sexos, como medo de doenças sexualmente transmissíveis, de gravidez indesejada e insegurança com relação à performance e ao próprio corpo.



Sexo é fonte de prazer ou deveria ser. Mas nem sempre é. Pesquisa do site “Onlinedoctor.superdrug.com” mostra que a relação sexual para muita gente é sinal de estresse e preocupação. O levantamento, com duas mil pessoas, entre americanos e europeus, listou os dez pontos que mais afligem mulheres e homens na hora H.

Entre eles, alguns são parecidos entre os dois sexos, como medo de doenças sexualmente transmissíveis, de gravidez indesejada e insegurança com relação à performance e ao próprio corpo.

— O indivíduo que está bem com ele mesmo transita de forma positiva em todas as fases da resposta sexual: desejo, excitação e orgasmo. E tem o contrário, quando já teve alguma falha, como impotência, e pode não conseguir entrar no clima e até se afastar da atividade sexual. As inseguranças do corpo também geram bloqueio — observa o sexólogo Alfredo Romero, lembrando que não se deve generalizar.

Para ele, essas preocupações costumam estar ligadas aos primeiros encontros. Depois, com a intimidade, tendem a diminuir. Ainda assim, pode ser preciso averiguar.

— Tem sempre que pensar qual o grau de prejuízo que está tendo, como não estar conseguindo se relacionar. Nesse caso, aconselharia buscar ajuda profissional — afirma a psicóloga Ana Café.

De olho na proteção para evitar problemas

Especialistas lembram que, no Brasil, as preocupações na hora da relação sexual podem ser um pouco diferentes. Para a psicóloga Ana Café, o sexo seguro ainda precisa ser colocado como prioridade na lista. Ela lembra que, com o uso de pilulas anticoncepcionais, por exemplo, a camisinha pode passar batida, principalmente no sexo casual. Isso aumentaria os riscos das doenças sexualmente transmissíveis.

— Aqui, a satisfação do prazer ainda está muito à frente de qualquer tipo de medo. Não criamos a cultura da camisinha. Ao querer satisfazer o outro, fica difícil exigir o preservativo — diz ela lembrando um dos fatores apontados na pesquisa: a mulher tem medo de o parceiro se recusar a usar proteção.

Se a transa for acompanhada de bebedeira, então, a proteção pode ficar de lado e aí é necessário, alerta o sexólogo Alfredo, procurar o serviço de exposição sexual em hospitais para fazer exames e tratamentos.

MEDO DE SEXO










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