09.09.2010 | 12h45


Uma execução a cada 17 horas é o saldo dos primeiros 7 dias do mês



Silvana Ribas
Da Redação

Uma execução a cada 17 horas é o saldo dos primeiros 7 dias do mês de setembro. Já são 10 homicídios na Grande Cuiabá, sendo 5 na Capital e 5 em Várzea Grande. O último aconteceu no bairro Pedra 90, na manhã do dia 7, onde Dante Gonçalves, 25, foi morto com um tiro que atravessou o ombro e perfurou os pulmões. O crime aconteceu às 10h30 e havia um intenso movimento de pessoas na rua. A vítima, depois de atingida, chegou a correr por cerca de 200 metros até que caiu, agonizou e morreu.

Segundo informações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o motivo do crime seria um acerto de contas por causa de drogas. Segundo informações de familiares, Dante era usuário de drogas e pouco antes do crime foi abordado pelo assassino, na rua 12. Ambos teriam iniciado uma discussão, quando o criminoso sacou uma arma e fez o disparo pelas costas da vítima. Depois que Dante caiu, já na rua 13, o criminoso subiu na bicicleta e fugiu.

Investigadores da equipe da delegada Sílvia Pauluzi fizeram o cerco ao suspeito ontem, no bairro Tijucal. Ele estaria escondido em uma casa abandonada, desde o dia anterior. Com a chegada dos policiais, conseguiu fugir. Um irmão dele foi localizado, mas não teria envolvimento no crime.

Duplo - Ainda não há pistas do autor do duplo assassinato ocorrido na segunda-feira (6), em um bar no centro de Várzea Grande, onde foram mortos a tiros o policial militar reformado Helder Alves Bezerra, 48, e Osvaldo Marques da Silva, 48. Helder foi alvejado por 6 tiros, que atingiram peito, costa, punho, perna e cabeça. Osvaldo foi atingido por 1 disparo no maxilar. Dois homens chegaram ao local e mandaram a proprietária do bar ficar quieta. Em seguida, surgiu o desentendimento e os tiros.

Assalto- Depois de fazer pelo menos 3 disparos dentro do Shopping Popular, durante um assalto, foi preso na manhã de ontem Jonas Deivison Pereira Barroso, 21, por volta das 9h. Ele tentou assaltar a comerciante J.C.L., 47, e segundo ela aparentava estar bastante alterado. Ele foi preso pelo soldado PM Edivaldo Versalli, da Rotam, que passava pelo local conduzindo uma viatura para oficina mecânica











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