13.09.2010 | 12h32


Soldado do Exército é preso acusado de assalto em Várzea Grande

TÂNIA RAUBER
A GAZETA

O militar Rodrigo Mamoro de Oliveira, 24, foi preso acusado de roubo qualificado pela Polícia Militar de Várzea Grande. De acordo com informações declaradas pelas vítimas no boletim de ocorrência, o crime ocorreu em frente de uma casa no bairro Lagoa do Jacaré.

Rodrigo, que serve ao 9º Batalhão de Engenharia e Construção (9º Bec), e outro suspeito, identificado como Ricardo, estariam armados em uma motocicleta. Eles teriam parado em frente a residência e rendido um casal que estava sentado. De posse da arma Rodrigo e o comparsa teriam ameaçado as vítimas e roubado R$ 200 das mesmas.

Após a ação fugiram, mas foram perseguidos por uma das vítimas que encontrou Rodrigo em um bar nas proximidades. Durante conversa, o militar teria dito que devolveria o dinheiro, que estava guardado na casa do mesmo. Porém, ao chegar no local, ele entrou na casa e, ao invés do dinheiro, saiu com uma arma nas mãos ameaçando a vítima.

Somente depois desta atitude a polícia foi acionada e prendeu Rodrigo e Ricardo. Os dois foram encaminhados para o Cisc Parque do Lago onde permaneceram presos neste domingo.

No início da tarde militares do 9º Bec procuraram a Polícia Civil para providenciar a transferência do colega. O sargento responsável pelo serviço disse que não estava autorizado a dar nenhuma declaração e que apenas foi designado para conduzir o militar ao Batalhão. Também não foram autorizadas fotos do acusado.

A mãe e o irmão de Rodrigo acompanharam a transferência do acusado, que foi feita em uma viatura do próprio Exército, sob escolta de 7 militares. A mulher, que não quis se identificar, limitou-se a dizer que esta não é a primeira vez que o filho sai do Batalhão e não retorna e que a causa seria o alcoolismo. Segundo ela, o roubo também teria sido praticado com intuito de manter o vício da bebida.

O flagrante foi registrado pela Polícia Judiciária Civil e os dois suspeitos devem responder pelo crime. As supostas armas usadas para render as vítimas não teriam sido encontradas, já que não há relatos de apreensão no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar.

Também não foram informados quais serão os procedimentos adotados pelo Batalhão diante das acusações contra o militar.











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