10.06.2018 | 07h50


EXCLUSIVO

Personal andava armado por medo de ser morto por marido de aluna amante

Danilo Campos, após ser ameaçado por mensagens e pessoalmente, andava armado com um revólver calibre 38 com medo de ser morto por Guilherme Dias, apontado como mandante do assassinato do personal.


DA REDAÇÃO

Depoimentos de testemunhas do assassinato do personal trainer Danilo Campos, obtidos com exclusividade pelo , revelam que ele andava armado por medo de ser morto por Guilherme Dias de Miranda, marido de Ane Lise Hovoruski, que era aluna da academia onde Danilo trabalhava e com quem teve um caso amoroso.

Danilo foi morto em novembro de 2017, em uma emboscada montada por Guilherme.

Conforme o depoimento de uma pessoa que trabalhava junto com Danilo, que teve a identidade preservada, o personal passou a andar armado após ser ameaçado de morte, porém, parou de portar a arma pois achou que o caso já tinha se resolvido.

Danilo estava na Rua General Ramiro de Noronha, às 21h20 do dia 8 de novembro, quando uma dupla se aproximou em uma motocicleta. O garupa sacou a arma e atirou diversas vezes contra ele e fugiu. Guilherme foi visto passando logo em seguida no local do crime com seu carro, inclusive, desviando do corpo.

Reprodução

depoimento testemunhas Danilo Campos

O depoimento de uma segunda testemunha revela que Guilherme ameaçou Danilo no estacionamento da academia onde disse as seguintes frases: “Cara, eu vou dar um tiro na sua cara. Para você aprender a não mexer com mulher casada”.

A testemunha também disse que Danilo havia confidenciado que ‘ficou’ com Ane em um show, porém, não sabia que ela era casada.

Reprodução

depoimento testemunhas Danilo Campos

Uma terceira testemunha, que também tinha relacionamento profissional com Danilo Campos, repetiu as afirmações de que Guilherme estava ameaçando o personal. A testemunha afirmou em depoimento que Danilo chegou a lhe mostrar a arma.

Reprodução

depoimento testemunhas Danilo Campos

Guilherme Dias e Walisson foram presos no dia (9) de março, em São Paulo, usando documentação falsa e com passagens compradas para os Estados Unidos.

A mulher que teria sido pivô do crime, Ane Lise Hovoruski, 29 anos, foi presa no dia 24 de fevereiro em Foz do Iguaçu, no Paraná. Ela foi ouvida em Cuiabá e liberada para responder em liberdade, após as investigações concluírem que ela era ameaçada por Guilherme para que escondesse o crime.

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(1) COMENTÁRIOS

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Xomano  10.06.18 08h30
2 vidas acabadas por um rabo de saia...que mais parece o cão chupando manga....verde...seloko

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