17.04.2017 | 07h00


EM CUIABÁ

Padrinho teria estuprado e engravidado garota de 14 anos em Cuiabá

A mãe da garota denunciou o caso após o bebê nascer e o padrinho da garota insistir para registrar a criança.


DA REDAÇÃO

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o pedreiro E.S.C., 35 anos, que é acusado de estuprar e engravidar a afilhada, M.E.T.L., de 14 anos, no bairro Cidade Alta, em Cuiabá.

De acordo com informações obtidas exclusivamente pelo , os abusos aconteciam desde quando a vítima tinha apenas 8 anos.

"A menina mora com a mãe e aos finais de semana ia visitar a madrinha – irmã da sua mãe – e o padrinho [acusado de estupro]. Ela disse que a madrinha era conivente e sabia que o marido a estuprava", disse um policial ao RepórterMT.

“Em depoimento, a vítima confirmou os estupros e disse que era abusada desde de 2011. A menina mora com a mãe e aos finais de semana ia visitar a madrinha – irmã da sua mãe – e o padrinho [acusado de estupro]. Ela disse que a madrinha era conivente e sabia que o marido a estuprava. No ano passado, a menina ficou gestante, mas a mãe pensou que era um namorado que ela havia arrumado. No entanto, o filho era do padrinho”, disse um policial que não quis se identificar.

De acordo com a fonte do , a mãe da vítima, só percebeu que a filha vinha sendo estuprada, após descobrir que ela estava grávida e o pedreiro pedir para registrar o filho.

"Ela [ mãe] contou que só desconfiou, quando o bebê nasceu e o padrinho pediu insistentemente para poder registrar a criança. Ela teria perguntado por quê ele queria tanto registrar a criança e ele não a respondeu".

“A mãe só começou a perceber os abusos, quando ficou sabendo que a filha estava grávida de cinco meses. No depoimento a mãe disse não ter desconfiado que a filha estava sendo estuprada. Ela contou que só desconfiou, quando o bebê nasceu e o padrinho pediu insistentemente para poder registrar a criança. Ela teria perguntado por quê ele queria tanto registrar a criança e ele não a respondeu. Diante disso, começou toda a suspeita”, explicou.

O policial disse que a garota só disse que estava sendo abusada após o nascimento do bebê.

“Em toda a gravidez a criança disse que não sabia quem era o pai da sua filha. Ela só descobriu quando bebê nasceu e a menina confessou que estava sendo abusada pelo padrinho. A menina deverá passar por psicólogo na próxima semana para a polícia e confirmar os fatos”, concluiu o policial.

O fato foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) que investiga o caso.  











COMENTÁRIOS

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Repórter MT. Clique aqui para denunciar um comentário.

INFORME PUBLICITÁRIO

TV REPÓRTER