22.05.2019 | 19h18


ESTAVA FORAGIDO

Empresário que espancou e estuprou filha de ex-secretário se entrega à Polícia Civil

Breno Pereira Alves se apresentou à delegada Josirleth Crivelatto, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, na tarde desta quarta-feira.


DA REDAÇÃO

O empresário Breno Pereira Alves, que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, por espancar, manter em cárcere privado e violentar sexualmente a ex-namorada V.O.P. - filha do ex-secretário Luiz Antonio Pagot - se entregou à Polícia Civil na tarde desta quarta-feira (22).

Breno se apresentou à delegada Josirleth Crivelatto, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, em Cuiabá, onde prestou depoimento e, em seguida, foi encaminhado ao Fórum de Cuiabá. O caso é investigado em segredo de Justiça.

No entanto, o boletim de ocorrência registrado pela vítima revela que os dois mantiveram um relacionamento por um ano, até 2018. Entretanto, no último dia 4, Breno entrou em contato com a ex, que aceitou ter o encontro com o acusado.

Na casa do empresário, o ex-casal conversou sobre a possibilidade de reatar a relação. Após discussão, a mulher foi xingada e agredida com tapas, chutes e puxões de cabelo.

O empresário é acusado de ter mordido as costas de V.O.P. e a violentado, em seguida, teria a impedido de deixar o local, a mantendo em cárcere privado.
Conforme acusação, Breno teria se irritado no momento em que a vítima pediu que ele abrisse a porta, para que ela pudesse ir embora. A mulher teria confirmado a Breno que tinha outra pessoa, assim como ele.

A filha do ex-secretário afirma que só conseguiu se libertar devido à ligação de uma amiga. Segundo ela, o agressor atendeu seu telefone e ela gritou por socorro.
A vítima relata que foi solta após sua funcionária e seu filho irem até à casa de Breno. Em seguida, ela foi à delegacia prestar queixa e fez o exame de corpo e delito. A vítima contou ainda que foi estuprada e espancada pelo ex-namorado (veja mais aqui).

Na segunda-feira (20), a juíza, Ana Graciela Vaz de Campos Alves Correa, da 1ª Vara Especializada de Violência Contra a Mulher, de Cuiabá, determinou a prisão do empresário.











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