13.11.2017 | 18h50


HOMICÍDIO DESCARTADO

Delegado diz que tiro que matou bombeiro partiu da própria arma

As investigações agora são conduzidas para as possibilidades de tiro acidental e suicídio.


DA REDAÇÃO

O delegado Carlos Francisco de Morais, da Delegacia da Polícia Judiciária Civil (PJC) de Alta Floresta (797 km ao Norte de Cuiabá), responsável pelas investigações a respeito da morte do soldado do Corpo de Bombeiros Lucas Alessandro de Souza, de 27 anos, afirma que a hipótese de homicídio foi descartada, pois o tiro que matou o militar saiu da própria arma.

Por meio da assessoria de imprensa da PJC, o delegado explicou que o laudo da morte ficou pronto na sexta-feira (10). As investigações agora são conduzidas para as possibilidades de tiro acidental e suicídio. 

“O disparo foi bem próximo do rosto,mas em até 30 dias o caso será confirmado”, explicou o delegado.

Além disso, no carro não foi encontrado vestígios de danos externos, causado por tiro.

O caso

O corpo do soldado foi encontrado com um tiro na cabeça, dentro do carro dele, um Fiat Punto, na noite de quarta-feira (8).

Testemunhas viram o momento em que o carro dele desgovernado bateu em um Gol que estava parado.

Um aluno da Polícia Militar (PM) quebrou o parabrisa do veículo para tentar ajudar a vítima, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada na unidade médica.

A arma da vítima, uma pistola .40, estava caída no assoalho do automóvel, no lado esquerdo e foi entregue à PM.

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