24.02.2017 | 07h30


DUODÉCIMO ATRASADO

Taques minimiza posição de Prado e diz manter diálogo para pagamento em 2018

Taques quer efetuar o pagamento do duodécimo em atraso somente em 2018, quando terá dinheiro em caixa


DA REDAÇÃO

O governador Pedro Taques (PSDB) preferiu não polemizar o posicionamento do procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, que disse não aceitar o pagamento do parcelamento do suodécimo atrasado somente em 2018.

“Não devemos nos precipitar, mas a conversa será a mesma com todos. Ainda não conversei com o Paulo Prado sobre o assunto para saber sua posição. Fiquei sabendo disso por meio da imprensa”, disse o tucano, em coletiva no Palácio Paiaguás após reunião com o prefeito de Cuiabá Emanuell Pinheiro (PMDB), para discutir repasses da saúde, nesta quinta-feira (23).

Esta semana Taques teve reuniões com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Rui Ramos e com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB), que apesar de não concordar coma ideia disse que o caso precisa ser “melhor conversado e estudado com os demais órgãos”.

Os chefes dos poderes estão pressionando o governador desde o final do ano passado pelo pagamento do repasse, que somado de todos alcança a casa do R$ 160 milhões.

Todos os órgãos que não são geradores de receita alegam que existem despesas a serem quitadas mensalmente e que dependem do recurso até para pagamento de pessoal.

Prado, por exemplo, já disse ao que acha inaceitável e inconcebível isso.

“Como procurador-geral de Justiça até 6 de março, não aceito essa proposta”, afirmou o procurador que irá passar o comando do MPE nos próximos dias e prevê o quanto a falta do pagamento possa prejudicar os trabalhos da próxima gestão.

O montante é referente a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre Executivo e demais instituições, cuja duas parcelas foram cumpridas pelo Estado.

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(2) COMENTÁRIOS

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alexandre  24.02.17 10h09
Com a crise atual os Poderes querem mais dinheiro ? Massacre nos servidores do Executivo.

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Roberto Cruz  24.02.17 07h34
Estratégia para os poderes ficarem mendigando e enfraquecer a democracia, típico de Ditador.

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