07.01.2019 | 14h30


FOLHA DE SP

Na gestão Taques, MT foi o 2º Estado com maior arrecadação do país

O Governo, segundo dados do jornal a Folha de São Paulo, só arrecadou menos que o Piauí que teve receita 8,7% maior entre os anos de 2014 e 2018.



Uma reportagem divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (07) mostra que Mato Grosso aumentou a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e de Serviços (ICMS) entre os anos de 2014 e 2018 e ficou em segundo lugar no ranking como o Estado que mais elevou a receita entre 2014 e 2018.

No total, a arrecadação do Estado subiu 7,3% e perde apenas para o Piauí que acumulou alta de 8,1% no mesmo período. Porém, a reportagem destaca que a arrecadação extra não foi suficiente para frear o crescimento das despesas, em especial com os servidores inativos.

Em Mato Grosso, a falta de dinheiro em caixa já afeta até mesmo os servidores da ativa, o governador Mauro Mendes (DEM) já anunciou o escalonamento do salário de dezembro que começa a ser pago nesta semana e termina no fim de janeiro, além do pagamento parcelado, em 4 vezes, do 13º dos servidores comissionados e dos efetivos que fizeram aniversários em novembro e dezembro do ano passado.

Ambos eram para ser pagos nos últimos dias da gestão Pedro Taques (PSDB), mas não foram quitados justamente pela falta de recursos, já que o Governo Federal não repassou o Auxílio de Fomento às Exportações (FEX) devido a Mato Grosso. Geralmente, esse pagamento é feito em dezembro do ano corrente. Mas, houve um atraso já que a parcela de cerca R$ 400 milhões ainda está em análise pelo Congresso Nacional.

Venda de ativos

Entre as soluções apresentadas pela reportagem da Folha para diminuir o déficit da previdência está a possibilidade de venda de ativos do Estado. Essa previsão já acontece em Mato Grosso desde a criação do MT Prev, quando vários ativos foram colocados à disposição do instituto.

Outro ponto ainda é a elevação do percentual de contribuição dos servidores da ativa, que chegou a ser apresentada em MT, mas não foi aprovada pelo conselho que cuida da previdência estadual e ainda a cobrança de contribuição de servidores inativos.

Em MT, são cerca de 30 mil aposentados do Estado e o rombo é estimado em R$ 1 bilhão. São 70 mil servidores da ativa.  

Leia a reportagem completa

Veja gráfico:

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