11.07.2018 | 14h20


PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO

Mesmo com saída de aliados, Wellington prevê apoio do MDB

O MDB, um de seus principais aliados, negocia um possível apoio ao ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), também pré-candidato ao Governo.


DA REDAÇÃO

O senador Wellington Fagundes (PR) negou que haja um esvaziamento da base de sustentação de sua pré-candidatura ao Governo do Estado. O MDB, um de seus principais aliados, negocia um possível apoio ao ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), também pré-candidato ao Governo. 

Wellington disse acreditar que o partido deve seguir em seu arco de alianças. “Eu tenho o MDB como um partido grande, um partido de companheiros, que já estivemos em várias eleições juntos. E assim acreditamos. Tenho fé, tenho certeza, tenho esperança, de que estaremos juntos”, disse à rádio Capital FM nesta quarta-feira (11).

Com a aproximação das convenções partidárias, previstas para ter início no dia 20 deste mês, a tendência é que as alianças para as eleições deste ano irão se consolidar.

“Eu tenho o MDB como um partido grande, um partido de companheiros, que já estivemos em várias eleições juntos. E assim acreditamos. Tenho fé, tenho certeza, tenho esperança, de que estaremos juntos”, disse Wellington.

 

“Nós confiamos em uma aliança que queira construir para ganhar as eleições, mas acima de tudo para fazer um bom Governo”, disse o senador.

Wellington citou conversas com o deputado federal Ezequiel Fonseca, presidente estadual do PP, e também com o diretório do PTB para reforçar os apoios que vêm sendo negociados desde o ano passado.

“Não acredito que está sendo esvaziado, muito pelo contrário. Nós estamos recebendo vários partidos que estão nos procurando para conversar”, declarou.

O PR tenta fechar um arco de alianças com presença de PR, MDB, PP, PSD, PTB e PC do B, além de outros possíveis aliados. Wellington disse “não ter do que reclamar” com relação à fidelidade das siglas que se posicionam a seu lado, incluindo o PSD do ex-vice-governador Carlos Fávaro.

“Temos a posição do Neurilan, o presidente da AMM, que sempre defendeu a nossa aliança, mas o PSD também tem a divergência dos deputados estaduais que ainda dão sustentação e apoiam o atual governo, e o presidente do partido, Carlos Fávaro, que vinha buscando um posicionamento. Desde o ano passado ele nos procurou, tivemos muitas reuniões, e continuamos abertos”, declarou.

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