17.06.2017 | 11h10


OBRA DE R$ 2 BILHÕES

Governo defende acordo do VLT em resposta a juiz federal

A documentação, composta por 90 laudas e milhares de páginas, foi protocolada na 1ª Vara Federal em Mato Grosso, sob responsabilidade do juiz Ciro José de Andrade Arapiraca.


DA REDAÇÃO

O Governo do Estado entregou na última segunda-feira (12) a resposta aos questionamentos dos Ministérios Públicos Federal e Estadual a respeito do acordo para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), firmado com o Consórcio VLT.

A documentação, composta por 90 laudas e milhares de páginas, foi protocolada na 1ª Vara Federal em Mato Grosso, sob responsabilidade do juiz Ciro José de Andrade Arapiraca.

Conforme o secretário de Estado de Cidades, Wilson Santos (PSDB), a resposta pretende demonstrar que o acordo é melhor caminho para a retomada das obras do modal.

“Os MPs, em seu relatório, não inviabilizaram a retomada da obra, desde que sanadas algumas divergências. Portanto, respondemos ponto a ponto todos os questionamentos apontados pelos órgãos. Não ficou um ponto sem resposta”, afirmou Wilson.

“Os MPs, em seu relatório, não inviabilizaram a retomada da obra, desde que sanadas algumas divergências. Portanto, respondemos ponto a ponto todos os questionamentos apontados pelos órgãos. Não ficou um ponto sem resposta”, afirmou Wilson.

O acordo com o consórcio estima que o Governo do Estado pagará R$ 922 milhões para o término da obra. O Executivo já possui R$ 320 milhões em caixa para a retomada e a previsão de término é de 24 meses.

Uma das divergências apontadas pelos Ministérios Públicos é justamente o prazo para a finalização do modal. No relatório, os órgãos de controle apontam que seria possível executar toda a obra em apenas 19 meses.

“Temos uma nota da Controladoria-Geral da União que considera até mesmo o prazo de 24 meses temerário para uma obra desse porte. Imagine 19 meses”, questionou o secretário.

Em outro ponto do relatório, o MPF afirmou que o valor acertado é alto, uma vez que o Estado já pagou R$ 1,06 bilhão ao consórcio.

“O próprio Ministério Público Estadual emitiu relatório com uma diferença de apenas 0,1% no valor. Pelo cálculo deles, o VLT seria finalizado ao custo de R$ 920 milhões. Isso também foi apresentado ao juiz federal”, contou o gestor.

Wilson Santos defendeu que o acordo fará com que o VLT mato-grossense seja o mais barato do país.

“Continuo defendendo que a retomada das obras é o melhor para as populações de Cuiabá e Várzea Grande e tenho certeza de que o magistrado ficará bastante confortável de posse de todas as informações para conduzir o processo da melhor forma possível”, disse ele, concluindo que acredita na homologação do acordo com o consórcio pela Justiça Federal.











(1) COMENTÁRIOS

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Jomax  18.06.17 09h48
Tem q começar logo essas obras do VLT. Até qdo esses MP's vão ficar atrapalhando...!!!!??

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