10.07.2018 | 14h00


CONDENADOS POR CORRUPÇÃO

Galli pede a Selma que não radicalize em restrições a aliados

A juíza aposentada afirmou que não venderia sua alma a uma coligação que tenha partidos de ideologias de esquerda e o MDB.


DA REDAÇÃO

O presidente estadual do PSL, deputado Victório Galli, pediu para que a juíza aposentada Selma Arruda, pré-candidata ao Senado, não seja tão radical em restringir possibilidade de aliança com partidos que tenham políticos condenados por corrupção.

“A gente não pode ser tão radical nesse sentido. Se formos olhar, em todos os segmentos vai ter uma situação errada também, em todas as igrejas têm isso, seja ela evangélica ou católica. Será que vamos ter um palanque só de garças brancas?”, questionou Galli.

“A gente não pode ser tão radical nesse sentido. Se formos olhar, em todos os segmentos vai ter uma situação errada também, em todas as igrejas têm isso, seja ela evangélica ou católica. Será que vamos ter um palanque só de garças brancas?”, questionou Galli em entrevista à rádio Capital.

De olho na chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PR), na qual tem grandes chances de se reeleger, Galli tem enfrentado um grande dilema: a presença do PCdoB, partido de esquerda, na qual o PSL nacional veda qualquer tipo de aliança. 

Além disso, tem as imposições feitas por Selma de não dividir palanque com partidos como o MDB, partido do qual fazia parte o ex-governador Silval Barbosa, que ela condenou por corrupção.  

“Não podemos radicalizar totalmente essa situação. Se ficarmos em um só extremo vai ficar difícil. A não ser que o PSL tenha um palanque só, mas isso inviabiliza qualquer situação do partido”, ponderou.

“Não podemos radicalizar totalmente essa situação. Se ficarmos em um só extremo vai ficar difícil. A não ser que o PSL tenha um palanque só, mas isso inviabiliza qualquer situação do partido”, ponderou.

Na semana passada, Galli e Selma estiveram no gabinete do senador Wellington Fagundes, em Brasília, para discutir conjuntura política e possível formação de aliança para disputar as eleições.

Logo após o encontro, a juíza aposentada afirmou que não venderia sua alma a uma coligação que tenha partidos de ideologias de esquerda e o MDB. Ao ela amenizou o discurso e disse que deturparam suas falas.

A juíza tem ameaçado desistir da candidatura ao Senado para evitar incoerências de suas ideias, já que tem como principal bandeira o combate à corrupção.

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