13.05.2019 | 12h10


SOB NOVA DIREÇÃO

Sócios da Santa Casa se reúnem para debater administração estadual

A sociedade mantenedora da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá conta com 42 membros, que também deve discutir a renúncia da comissão gestora.


DA REDAÇÃO

A Sociedade da Santa Casa de Misericórdia convocou assembleia geral, aos associados, para debater a administração estadual, que passou a gerenciar o hospital filantrópico, por meio de decreto do Governo do Estado, há 11 dias. A medida emergencial foi determinada pelo governador Mauro Mendes (DEM) devido à falta de solução para reabrir a unidade, fechada desde do dia 11 de março.

Entre as pautas propostas para discussão está a renúncia de membros da comissão gestora.

Os sócios também devem apresentar e votar os relatórios e contas apresentados pela antiga gestão e deliberar sobre a abertura de análise das contas dos últimos cinco anos.

A necessidade da administração estadual está entre as pautas dos sócios.

O Governo passou a administrar a Santa Casa por meio de Decreto de Requisição administrativa dos bens e serviços do hospital. Dessa forma, o Estado garante a reabertura da unidade e o atendimento de média e alta complexidade dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O edital de convocação publicado no Diário Oficial do Estado, desta segunda-feira (13), prevê a realização de duas assembleias. A primeira, que não teve a data informada está prevista para ocorrer na Santa Casa, é solicitada a presença de no mínimo 1/3 (um terço) dos associados. A segunda, no dia 24 de maio, é para todos os associados em condição de voto, em qualquer número, que será realizada na Universidade de Várzea Grande (Univag).

Antiga gestão

 A sociedade mantenedora da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá conta com 42 membros.

Em abril, depois de um mês do hospital fechado, foi afastada a diretoria do hospital filantrópico.

A unidade passou a ser gerida por outro conselho, sob o comando do médico Luís Saboia, que assumiu no lugar de Carlos Coutinho, que estava presidindo a unidade.

 Cinco membros da diretoria foram depostos devido ao desgaste por já não conseguir negociar valores de repasses com o Poder Público para sanar as dívidas do hospital no montante de R$ 118 milhões.

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