13.06.2019 | 07h00


MOTIVO TORPE

Empresário vai a júri por mandar sequestrar e matar cunhado por dinheiro

Nilton César enfrenta a acusação de homicídio por motivo torpe, ele suspeitava que a vítima estivesse desviando dinheiro da empresa da qual era sócio e por isso ordenou os crimes.


DA REDAÇÃO

O empresário Nilton César da Silva, de 38 anos, vai a júri na sexta-feira (14), pel assassinato de seu concunhado e sócio Douglas Wilson Ramos. O julgamento ocorre na Primeira Vara Criminal, no Fórum de Cuiabá.  Nilton enfrenta a qualificação de motivo torpe, quando o homicídio é considerado um atentado à moral, desprezível à sociedade, sustentado de violência intencional.

Douglas tinha 28 anos, quando foi sequestrado a mando de Nilton e foi morto a tiros, amarrado a um pedaço de madeira, em um pasto da Fazenda Bom Futuro, na Estrada da Guia. O corpo dele foi encontrado 11 dias depois do sequestro, já em estado de decomposição.

O crime ocorreu em setembro de 2015, depois que três homens invadiram a empresa de Douglas, na Avenida Arquimedes Pereira Lima (conhecida popularmente como Estrada do Moinho) e o levaram no porta-malas do carro. Inicialmente o caso foi tratado como assalto e só depois a Polícia Civil identificou a participação de Nilton.

Os investigadores apontaram que Nilson cometeu o crime por desconfiar que a vítima, sócio dele na empresa, estivesse desviando dinheiro. A parceria havia sido rompida no mês anterior.

Das quatro pessoas presas, apenas duas foram liberadas. Um por falta de indícios de participação no crime e outra teve a prisão revertida em medidas cautelares.  

 

 











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