17.06.2017 | 07h40


DESAPARECIDO HÁ 44 DIAS

'Dias têm sido de muito sofrimento e cansaço', diz mulher de agrônomo

Letícia Maciel diz que não tem qualquer notícia que possa indicar o paradeiro do marido Éder Tadeu Maciel e que já não sabe mais o que dizer para as filhas.


DA REDAÇÃO

Após 44 dias do desaparecimento do marido, o engenheiro agrônomo Éder Tadeu Maciel da Costa, de 29 anos, que foi visto pela última vez, em Água Boa Boa (730 km a Leste de Cuiabá) , a mulher dele, Letícia Maciel disse ao que até o momento não recebeu qualquer pista que possa indicar o paradeiro do marido e relatou seu sentimento de angústia.

"Esses dias em que ele está ausente têm sido de muito sofrimento e cansaço. Minhas filhas me perguntam onde ele está e eu já não sei mais o que dizer. Não sei mais o que inventar. Espero que ele esteja bem”, declarou à reportagem.

“Já são 40 dias que busco notícias do meu marido e ninguém tem sequer uma pista de onde ele possa estar. Ele conhecia o pessoal daquela fazenda que ele entrou, mas eu não sei o que pode ter acontecido. Ele me falava que o pessoal era ‘gente boa’. Esses dias em que ele está ausente têm sido de muito sofrimento e cansaço. Minhas filhas me perguntam onde ele está e eu já não sei mais o que dizer. Não sei mais o que inventar. Espero que ele esteja bem”, declarou à reportagem.

O carro em que o agrônomo estava foi encontrado abandonado, no dia 5 de maio, em uma lavoura de milheto, em uma fazenda na MT-242, em Água Boa. Letícia relatou ao , que neste dia ela falou pelo telefone com o marido e que ele disse que iria fazer um atendimento em Canarana (a 838 km de Cuiabá). " Depois não consegui mais falar com ele. Até hoje estou nesta angústia”, contou.

A Polícia Civil também afirma não ter qualquer outra informação que possa levar ao paradeiro do agrônomo.

Não há confirmação oficial de que era Éder quem dirigia o carro, mas as características dele são semelhantes às relatadas por testemunhas que viram um homem pedindo carona na rodovia. Desde então ele não foi mais visto.

De acordo com Letícia, Éder tinha se mudado para Água Boa em abril para trabalhar. A família ficou em Nova Mutum (269 km de Cuiabá).

Ela afirmou que a suspeita é de que ele estivesse embriagado no dia em que sumiu.

"Os policiais desconfiam que ele estava alcoolizado. Ele tinha bebido antes. Depois passou em um posto para comprar mais bebida e seguiu para a rodoviária, onde voltou a beber", afirmou.

Caso alguém tenha informações sobre o paradeiro de Éder Tadeu, pode entrar em contato pelo 190 da Polícia Militar ou pelo 197 da Polícia Civil.

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