10.08.2017 | 18h30


DESERTO CUIABANO

Umidade do ar em Cuiabá chega a 14% e agrava risco para saúde; veja vídeo

Em entrevista o diretor da Defesa Civil, Paulo Wolkemer, explicou que a Capital registrou índice de 14%, e no deserto a umidade do ar fica em torno dos 10%.


DA REDAÇÃO

O diretor da Defesa Civil de Cuiabá, coronel do Corpo de Bombeiros, Paulo Wolkemer afirma que apesar da umidade relativa do ar ter atingido esta semana o menor índice do ano (14%) - considerado pela Organização Mundial da Saúde estado de alerta – os cuiabanos ainda não convivem com um clima de deserto, onde registra índice de umidade abaixo de 10%.

Em entrevista ao , Wolkemer disse que a comparação acontece porque o clima de Mato Grosso, neste período, se assemelha com os de locais ermos.

“Estamos sentido isso porque temos uma semelhança com o clima de deserto. Nós temos uma grande amplitude térmica, onde as noites são frias e os dias quentes. Você percebe que estamos começando os dias com 19 graus, sendo que não é o normal para a nossa localidade”, explicou.

No entanto, apesar do ‘calorão’ dos últimos meses e a umidade do ar registrar índices muito aquém do estipulado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) ainda não vivemos um estado de emergência.

“De acordo com o Inmet [Instituto Nacional de Meteorologia] então ainda não tivemos umidade relativa do ar menor que 14%. (...) No caso deste período que estamos vivendo umidade relativa do ar dentro de faixa de 20 a 12% a OMS preconiza estado de alerta. (...) abaixo disso é considerado estado de emergência”, destacou.

No bate-papo, Wolkemer também orienta como lidar com a saúde e evitar problemas respiratórios e comuns neste período de estiagem, além de explicar como denunciar e prevenir as queimadas urbanas. Tem punição para quem colocar fogo em terrenos baldios.

Confira a entrevista na íntegra











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