01.06.2019 | 07h50


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Toninho: deputado que não quiser verba indenizatória não precisa pegar

Para o parlamentar, alguns colegas novatos de Parlamento polemizam a verba indenizatória apenas para 'fazer barulho'.


DA REDAÇÃO

Em entrevista ao , o suplente de deputado estadual Toninho de Souza (PSD) - que assumiu o cargo devido à licença do titular Eduardo Botelho (DEM) - afirmou que alguns colegas de primeiro mandato usam a Assembleia Legislativa apenas para 'fazer barulho'.

A declaração do parlamentar ocorreu ao responder um questionamento sobre uma proposta do deputado Ulysses Moraes (DC), que propunha reduzir a verba indenizatória de R$ 65 mil pela metade. A medida foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, mas reprovada no Plenário.

"Existe um teto, mas se um deputado não quiser usar a verba indenizatória não pega”, explicou Toninho.

“Temos que compreender que a verba que tanto falam, não tem nada definido que é de R$ 65 mil, ou seja, ela é de até R$ 65 mil. O próprio Ulysses Moraes, tem mês que usa R$ 3 mil, R$ 5 mil, R$ 9 mil. Então existe um teto, mas se um deputado não quiser usar a verba indenizatória não pega”, explicou Toninho de Souza.

O parlamentar lembra ainda que o benefício não é acumulativo.

“Se você não usar esse mês, não fica um saldo para o mês seguinte. Então não precisa de lei para alterar a verba indenizatória. Deputado que não quiser usar pode ir à tribuna ou fazer um documento e dizer que não quer. Não precisa fazer esse tipo de barulho”, argumentou.

"Não precisa de lei para alterar a verba indenizatória. Deputado que não quiser usar pode ir à tribuna ou fazer um documento e dizer que não quer. Não precisa fazer esse tipo de barulho”, argumentou.

“Não vim para a política fazer barulho. Presto serviço para a população e divulgo o que eu faço”, acrescentou.

Na conversa, Toninho de Souza avalia as gestões Mauro Mendes (DEM) e Emanuel Pinheiro (MDB), além de falar sobre sua atuação na Assembleia.

Confira a entrevista na íntegra.











(3) COMENTÁRIOS

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Simples assim   16.06.19 14h14
Então o senhor pode abrir mão dá sua lá na Câmara pois não fez não faz e nem fara nada pelo povo cuiabano então já pode abrir mão .

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INDIGNADO  01.06.19 15h02
Ainda bem que esse crápula não foi eleito, e já mandaram ele vazar ! Só fala asneira ! Toninho logo logo nem para vereador você se elege mais com sua pregação fajuta !

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Luis Otavio   01.06.19 12h49
A questão não é “ se quiser usar” ou não, a questão é uma redução pela questão da não necessidade do uso de R$ 65 mil reais de V.I. Não tem fiscalização dos gastos, não tem notas, não tem nada! O projeto visa reduzir os gastos desnecessários desse valor altíssimo e realocar para outras áreas prioritárias, como: Educação, Saúde e Segurança, por exemplo.

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