19.05.2017 | 17h46


"TREM NÃO É OBSOLETO"

Secretário diz que VLT tem tecnologia para rodar por 30 anos

O secretário-adjunto das Obras do VLT da Secretaria de Cidades, José Picolli afirma que os vagões não ficaram com tecnologia ultrapassada quando passarem a operar daqui há dois anos.


DA REDAÇÃO

O secretário-adjunto das Obras do VLT, da Secretaria de Cidades de Mato Grosso, o engenheiro José Picolli defende, em entrevista ao , que o modal que o Governo do Estado busca por meio de acordo judicial, retomar a construção, não será um modelo de tecnologia ultrapassada e com dificuldades para manutenção, quando ficar pronto no prazo de dois anos.

A afirmação rebate a tese do do professor da Universidade Federal de Mato Grosso, Luiz Miguel de Miranda referente à reposição de peças dos vagões. O secretário-adjunto declarou que assim que o modal for finalizado, o Governo terá ainda dois anos de garantia do fabricante e que o sucesso do bom funcionamento se deve à qualidade da manutenção.

"Não concordo com a opinião ele. Os trens têm vida útil de 30 anos. O que é preciso é uma manutenção eficiente, preventiva e corretiva", ressaltou.

Picolli destacou que as críticas a respeito do quanto a exposição dos vagões ao tempo seriam prejudiciais, são infundadas, já que os mesmos "também são construídos para suportar neve, frio, e feito para ficar ao tempo. Ele [vagão] não é para ser guardado em garagem", declarou.

José Picolli assegurou a tarifa do VLT terá o mesmo valor que a dos ônibus.

"Serão eliminadas algumas linhas ônibus e o custo da passagem será o mesmo. Ônibus e VLT serão parceiros e não concorrentes, com cartão de integração".

 

Confira a entrevista:

 











(4) COMENTÁRIOS

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Carlos Nunes  19.05.17 21h07
Ih! Esse ilustre Sr. veio lá do Rio de Janeiro, onde fizeram o VLT, e quis comparar lá com aqui. Lá a cidade do Rio tem mais de 6 milhões de habitantes, portanto uma SUPER-DEMANDA pro VLT; mesmo assim, numa campanha eleitoral do Crivella, mostrou ele visitando as instalações do NOVO VLT, movido a Magnetismo, que gasta só um terço da energia que o nosso VLT espanhol. O nosso, quando estiver em pleno funcionamento, vai consumir de energia, o que gasta um cidade com 70 mil habitantes. Aqui em Cuiabá, agora é que o IBGE estima uma população de 580 mil habitantes, portanto com demanda insuficiente pro VLT. Composições articuladas do VLT, poderão transportar até 400 passageiros por vez. Se tiver 5 composições, dará 2 mil passageiros cada vez que o VLT passar. Ih! Não tem tudo isso de passageiro, cada vez. Até os ônibus hoje vão vazios, grande parte do tempo, por demanda insuficiente de passageiros. É bom perguntar pra todo o Brasil, se uma cidade com 580 mil habitantes, se esse VLT espanhol é viável. Se algum prefeito toparia em instalar o negócio. Esse senhor só tá vendendo seu peixe...o que estará ganhando com isso? Daqui a poucos anos já vai ter o VLT SOLAR, que consumirá pouca energia, quase nada. Do elétrico pro magnético pro solar...é só um pulo, é a tal evolução das máquinas.

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Jorge Pereira  20.05.17 20h40
Lembre que este engenheiro saiu do MATO GROSSO, para implantar o VLT fo RJ.

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Calculando  19.05.17 18h15
Que legal! Se o VLT custar 1,6 bilhões, então é só pegar 30 anos x 12 meses = 360 meses 1,6 bilhão divido por 360 meses = 4 milhões 444 mil reais por mês. Vamos pagar uma fortuna por mês e daqui 30 anos não teremos nada.

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Pedro Cuiabano  20.05.17 20h43
Sua matemática é simplória. O Eng está falando dos trens, não das pontes, viadutos e linhas. Acorde...

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