24.02.2017 | 07h00


CARNAVAL CUIABANO

Secretário de Ordem Pública detalha proibições e plano de segurança; veja vídeo

Coronel Leovaldo Sales explica as restrições a ambulantes, venda de bebidas e organização do policiamento


DA REDAÇÃO

Um dos pontos do Carnaval cuiabano, a Praça da Mandioca recebe, a partir desta sexta-feira (24), um fluxo intenso de foliões. A ocupação do espaço vem sendo objeto de discussão entre moradores, comerciantes e profissionais liberais,  no entanto medidas mais rígidas serão tomadas depois do período de festa popular. É o que afirmou em entrevista ao , o secretário municipal de Ordem Pública de Cuiabá, coronel Leovaldo Sales.  

“Depois do período carnavalesco, a nossa fiscalização será mais intensa e vamos fazer vigorar efetivamente o que a lei exige para a regularidade de qualquer estabelecimento comercial”, alertou o coronel Sales sobre a Praça da Mandioca.

O secretário explicou que por meio de conciliação entre os interessados, foi possível fazer do local um espaço propício para o Carnaval, com flexibilidade no que diz respeito à fiscalização, sem prejudicar a segurança.

“Depois do período carnavalesco, a nossa fiscalização será mais intensa e vamos fazer vigorar efetivamente o que a lei exige para a regularidade de qualquer estabelecimento comercial”, alertou.

Os ambulantes que não possuem credenciamento também serão objeto de fiscalização no Carnaval, correndo o risco de terem seus produtos apreendidos caso insistam em comercializar na Praça da Mandioca. Além disso, os estabelecimentos comerciais localizados no Centro Histórico de Cuiabá, no bairro Araés, na Orla do Porto e no Distrito da Guia estão proibidos de vender bebidas alcoólicas e não alcoólicas em recipientes de vidro ao longo das festividades do Carnaval de 2017 por meio do Decreto nº 6.232.

“Sentiu que vai acontecer algo, saia e procure outro lugar, oriente a nossa fiscalização e a Polícia Militar a prover a sua segurança”.

O secretário alertou a população para que fique atenta aos ambientes de ameaça.

“Sentiu que vai acontecer algo, saia e procure outro lugar, oriente a nossa fiscalização e a Polícia Militar a prover a sua segurança”.

Entre as reclamações constantes da população para a Secretaria de Ordem Pública, destaca-se a  ocupação do Centro Histórico pelos moradores de rua, independente de dias de festa. Próximo a Praça da Mandioca, está localizada a “Ilha da Banana”, um reduto de moradores de rua e dependentes químicos,  que para o secretário  é um espaço ameaçador para o Centro Histórico da capital.

“Um grande desafio é a desocupação do Centro Histórico de Cuiabá, sendo necessária a intervenção do poder público estadual e municipal, no sentido de desocupar  e levar esses moradores de rua para um ambiente de acolhimento e recuperação”, pontua.

Censo realizado entre as secretarias de Ordem Pública e de Assistência Social de Cuiabá apontou o número de 147 moradores de rua, cuja maioria é de cuiabanos.

Parque das Águas

O secretário também abordou em entrevista sobre a segurança do Parque das Águas. Ele citou o caso de uma mulher que deixou R$ 18 mil reais  no carro e denunciou que o valor teria sido furtado por criminosos.

“Esse dinheiro deve ser guardado em banco ou num lugar mais seguro, quando você sai com valores que chamam a atenção de um marginal, você está oferecendo a oportunidade de ser assaltada”, observou o coronel. Ele adverte que as pessoas podem auxiliar os gestores adotando algumas medidas para sua própria segurança: evitar sair com valores em dinheiro, estacionar seu veículo em local visível, não frequentar lugares sem movimentação de pessoas.

“Esses espaços púbicos,  como os parques, são policiados pela Polícia Militar e fiscalização da Ordem Pública, mas é um local  imenso, sendo praticamente impossível estarmos em todos os lugares ao mesmo tempo”.

Confira a entrevista na íntegra:

  











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