15.07.2018 | 18h11


CRIANÇAS NÃO ADOTADAS

Se não pode ter pai ou mãe, que tenha um padrinho', diz AMPARA; veja vídeo

Em Cuiabá, falta legislação para começar a implantar a iniciativa que consiste no encaminhamento de crianças e adolescentes para famílias devidamente cadastradas, selecionadas e formadas para esta função remunerada.


DA REDAÇÃO

Antes tratada como um tabu, a adoção de crianças no Brasil avançou sob os aspectos legais e comportamentais nos últimos dez anos. A observação é da fundadora da Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio a Adoção (Ampara)  e atual presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso  (CEDCA), Lindacir Rocha.

Em entrevista ao , ela explicou a dificuldade pelas quais passam crianças maiores de três anos e adolescentes para conseguir uma família adotiva e destacou o "Projeto Padrinho".

"O vínculo é importante, cada pessoa precisa de uma atenção individualizada, se não é possível ter um pai ou uma mãe, que tenha um padrinho, que será preparado, assim como a criança. Mas veja bem, não é para bebês, o projeto foi criado para atender crianças e adolescentes com perfil remoto para adoção".

Lindacir falou sobre a substituição do formato Abrigo das Crianças pelo Casa Lar, que acolhe crianças e adolescentes que, por determinação da Justiça, foram retiradas do convívio familiar devido a maus tratos, abandono, negligência, violência doméstica ou abuso sexual. "Porém ainda não é o ideal. Nós sabemos que pelo plano de convivência familiar e comunitária se prevê outro modelo que são as famílias acolhedoras".

Confira na íntegra:

 











(1) COMENTÁRIOS

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Leila  15.07.18 18h28
Adotar é mais que amor, é transformar a vida da criança e da gente pra melhor

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