28.01.2017 | 12h30


TREM ATRASADO

Relatório aponta que VLT 'emperrou' por falha do Estado, afirma Wilson

O secretário de Cidades disse que a KPG, contratada pelo Governo, apontou que 68% da 'culpa' seria do Estado e 32% do Consórcio VLT



O secretário de Cidades do Estado, Wilson Santos, confirmou ao , que o relatório da KPG, consultoria contratada, pelo Governo do Estado, em 2015, para analisar gastos com a obra do  VLT e possíveis erros, apontando se seria viável continuar a construção, apontou que 68% das falhas seriam do Executivo e 32% do Consórcio VLT, responsável pela construção.

“Toda vez que o Consórcio antecipar um mês dois meses três meses ele vai ganhar um bônus de compensação. Nós queremos terminar essa obra ainda na gestão Pedro Taques”, declarou Wilson.

O maior empecilho, do que não foi cumprido pelo Estado, são as desapropriações.

“De fato há dezenas de imóveis que não foram desapropriados”, disse Wilson em entrevista.

O secretário afirma que o Governo vai conseguir resolver o imbróglio a tempo de concluir o modal, ainda na gestão do governador Pedro Taques (PSDB).

O Estado já gastou R$ 36 milhões com as desapropriações e deve pagar ainda R$ 25 milhões para poder ter liberadas as áreas necessárias para a continuidade da obra do VLT.

O projeto apresentado pelo secretário é de terminar as obras, em 24 meses, após a retomada, mas a atual gestão não tem mais esse espaço de tempo e nesta semana a judicialização da obra foi estendida por mais 45 dias, para que Governo e Consórcio entrem em acordo.

Para conseguir entregar ao menos um eixo do VLT até o fim de 2818, quando acaba a gestão de Pedro Taques, Wilson revelou que o Governo pretende oferecer gratificação financeira para que o Consórcio acelere as obras.

“Toda vez que o Consórcio antecipar um mês dois meses três meses ele vai ganhar um bônus de compensação. Nós queremos terminar essa obra ainda na gestão Pedro Taques”, declarou Wilson.

Inicialmente, o VLT estava orçado em R$ 1,47 bilhão, dos quais foram pagos R$ 1,066 bilhão até a obra ser paralisada, no final de 2014.

Após várias tentativas de negociação, o valor mais baixo pedido pelo Consórcio para a retomada foi de R$ 1,2 bilhão.

Ao , o secretário também  falou sobre o cronograma de inauguração de 18 obras, que seriam preparatórias para a Copa do Mundo em 2014 e os gastos do Estado para finalizar as construções.

O secretário detalha as modificações no trânsito com a conclusão do Complexo do Tijucal e relata as ações previstas para retomar a obra do Balneário da Salgadeira, na MT-251, interditado há seis anos.

Assista a entrevista na íntegra:

 











(1) COMENTÁRIOS

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rocha  03.02.17 16h07
Ta e daí ? Conta uma novidade !!! Solução ? Governo de enrolação !!

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