03.12.2017 | 07h50


DISLEXIA

Estudo pode provar ligação entre doença e consumo de agrotóxico pelo agronegócio em MT; veja vídeo

Psicopedagoga diz que tratamento multidisciplinar contribui para uma vida normal de crianças portadoras de dislexia.


DA REDAÇÃO

A dislexia, distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, tem cada vez maior incidência nas salas de aula e atinge entre 5% e 17% da população mundial. 

Em entrevista ao , a psicopedagoga Maria Masarela fala sobre um estudo que vem sendo realizado para saber se há ligação entre o distúrbio e o consumo de agrotóxicos, especialmente em locais que têm a agricultura como principal atividade econômica.

"Estamos estudando o ambiente externo como desencadeador da dislexia. Mato Grosso é o Estado do agronegócio e isso pode impactar na criança quanto aos distúrbios de aprendizagem. Há ainda o estudo sobre a manifestação da dislexia nos prematuros, gêmeos univitelinos e em crianças oriundas de inseminação artifical". 

A psicopedagoga diz que atualmente há um número maior de profissionais da Educação habilitados a ensinar crianças disléxicas. 

"Hoje temos redes públicas e particulares de ensino com novos olhares. De 100 alunos, cerca de 5 são disléxicos. É um número alto. Mato Grosso está começando a caminhar nesse sentido". 

Maria Marasarela também abordou o tratamento para a dislexia, uso de medicação e trouxe dicas para os pais de como perceber os sinais da dislexia. 

Confira a entrevista na íntegra:

 











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