06.01.2018 | 20h06


"MALHANDO" NA CAMA

Dormir bem ajuda a emagrecer, garante especialista cuiabano; veja vídeo

Ao dormir o organismo libera hormônios, entre eles leptina e grelina, essenciais para manter a regulação do apetite, o que consequentemente, influencia o peso corporal e a gordura.


Da Redação

O médico otorrinolaringologista, Anderson Botti, especialista em sono, afirma em entrevista ao que, ao contrário do que muitos pensam, dormir emagrece. Mas o sono tem que ser de qualidade. 

"Esses hormônios trabalham muito à noite, a leptina dá saciedade e a grelina dá fome. Então se você não dorme bem,à noite, libera mais grelina e tem tendência a comer mais. Uma boa noite de sono emagrece", afirmou Botti.

 

Segundo o especialista, ao dormir o organismo libera hormônios, entre eles leptina e grelina, essenciais para manter a regulação do apetite, o que consequentemente, influencia o peso corporal e a gordura.

"Esses hormônios trabalham muito à noite, a leptina dá saciedade e a grelina dá fome. Então se você não dorme bem,à noite, libera mais grelina e tem tendência a comer mais. Uma boa noite de sono emagrece",  afirmou Botti em entrevista ao .

O médico pontua que dormir à noite é essencial para a saúde.

"Uma noite perdida, você fica em déficit de sono. Dormir pouco durante a semana e, no sábado e domingo tirar o atraso ajuda, mas não resolve o problema"

"Uma noite perdida, você fica em déficit de sono. Dormir pouco durante a semana e, no sábado e domingo tirar o atraso ajuda, mas não resolve o problema. Importante ter todas as fases do sono, sem fragmentação, incluindo o sono profundo para consolidação da memória".

Para ter uma boa noite de sono é importante observar alguns fatores como o ronco, um problema aparentemente social, que pode ser um alerta para a apneia do sono.

"Às vezes o ronco não é tão forte, mas pode ter durante esse ronco e nos seus intervalos, a parada respiratória. A pessoa está roncando, para de roncar uns segundos e volta com uma manobra que parece estar ressuscitando, engasgando. Se o ronco vier acompanhado de engasgo e sensação de sufocamento, não é mais um ronco só social, caracterizado pela vibração de tecidos, pode ser uma doença", explica o médico. Alguns fatores intensificam o ronco, como o cansaço, obesidade, excesso de bebida alcoólica. 

Segundo estimativas, 54% da população adulta ronca, com maior prevalência em obesos,  idosos e mulheres na pós-menopausa. 

A apneia do sono, quando não tratada, pode levar a infarto, derrame, aumento de acidentes e até mesmo a morte. 

Confira a entrevista na íntegra:

 











(1) COMENTÁRIOS

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Carolina duarte  07.01.18 17h01
Adorei a informação

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