16.02.2017 | 18h38


PRESO NA SODOMA

Juíza nega soltura a ex-adjunto que ostentava luxo em SC

Valdísio Juliano Viriato foi preso em Balneário Camboriú (SC), na terça-feira (14), chegou a Cuiabá na quarta-feira (15) e foi direto para a cadeia.



A juíza Selma Arruda, da Sétima Vara Criminal da Capital negou, nesta quinta-feira (16), o pedido de habeas corpus de Valdísio Juliano Viriato, ex-secretário-adjunto de Transportes e Pavimentação Urbana na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), Valdísio Juliano Viriato, preso na quinta fase da Operação Sodoma.

Ele passou por audiência de custódia e relatou como se deu sua prisão, em Balneário Camboriú (SC), onde vive atualmente.

Valdísio que teve seu padrão de vida, descrito na denúncia da investigação, como luxuoso e imcompatível à sua renda, está preso desde a quarta-feira (15) no Centro de Custódia da Capital, anexo ao Presídio Carumbé. 

Conforme o entendimento da juíza, que negou a revogação da prisão, os motivos da decretação da prisão preventiva “permanecem intactos e não há nenhum fato novo trazido aos autos neste momento processual”. 

 

Valdísio Viriato é acusado pelo Ministério Público Estadual (MPE) de inserir consumo fictício de combustível no sistema da Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu), como objetivo de desviar o dinheiro pago a mais para a empresa Marmeleiro Auto Posto, com quem o então secretário de Estado de Administração, Francisco Faiad (PMDB), possuía dívida de campanha eleitoral de 2012, quando concorreu ao cargo de vice-prefeito de Cuiabá, na chapa do petista Lúdio Cabral. 

 











COMENTÁRIOS

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Repórter MT. Clique aqui para denunciar um comentário.

INFORME PUBLICITÁRIO

TV REPÓRTER