02.12.2017 | 09h00


VEJA O VÍDEO

Dar foro privilegiado a político é discriminar o cidadão, diz magistrado

Projeto que tramita no Congresso mantém o foro privilegiado apenas para o presidente e o vice-presidente da República, além dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.



Em entrevista ao programa Conexão Poder, o vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), o juiz José Arimatéa declarou ser contra o foro privilegiado que livra políticos e agentes públicos da cadeia.

“Acho que o foro privilegiado não é republicano. Não existe  cidadão acima das leis e não existe cidadão abaixo das leis. Todos estão no mesmo nível. A cidadania, ela é igual para todos”, declarou Arimatéa.

O juiz argumenta que o fim do foro privilegiado traria mais responsabilidade aos políticos, sob seus atos, já que ao se candidatar eles já teriam noção de que podem ser interpelados pela sociedade.

Projeto que tramita no Congresso mantém o foro privilegiado apenas para o presidente e o vice-presidente da República, além dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.

O presidente da Amam também opina que o julgamento de situações de foro privilegiado deveriam ser julgadas nos tribunais de primeira instância onde as ações são mais céleres e não no STF onde os casos acabam ‘caducando’.

Clique aqui e veja a entrevista na íntegra.

 

 











(1) COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Repórter MT. Clique aqui para denunciar um comentário.

Juliana   02.12.17 10h12
É o foro privilegiado para os Juízes, também não deveria acabar???? E o benefício da aposentadoria antecipada para Juízes que cometem crimes e infrações administrativas também não deveria acabar???

Responder

2
0

INFORME PUBLICITÁRIO

TV REPÓRTER